Site propõe aglutinar nomes de candidaturas GLBT  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

A página tem como objetivo listar os candidatos da comunidade GLBTT que estão concorrendo a cargos nas próximas eleições (2006).
 
Visite:
 
 
Caso queira adicionar candidados na lista, escreva para candidatos2006@megaorion.com.br e informe: Nome, cargo pretendido, número, site ou e-mail, partido e estado. Caso deseje, o candidato poderá enviar uma foto e um breve resumo de sua trajetória e comprometimentos políticos.
 
O site é de responsabilidade de Rodrigo Orion.

Seminário A Mulher e a Mídia 3  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Seminário A Mulher e a Mídia 3



Rio de Janeiro, 5 e 6 de agosto de 2006
Hotel Novo Mundo - Praia do Flamengo, 20

Realização
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres
Unifem - Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher
Instituto Patrícia Galvão

Exposições e debates programados
A mídia, a mulher e o poder
A mulher e o marketing político
A mídia e os temas ocultos da democracia em processos político-eleitorais
A mídia e a presença das mulheres no cenário político da América Latina

Algumas participações já confirmadas
O seminário contará com exposições de jornalistas e especialistas em comunicação e direitos das mulheres do Brasil e de outros países da América do Sul, entre eles/as: Tereza Cruvinel, Marta Suplicy, Laura Greenhalgh, Cristiana Lôbo, Flavia Oliveira, Fátima Jordão, Lula Vieira, Wania Sant'Ana, Maria Luiza Heilborn, Rose Marie Muraro, Jacqueline Pitanguy, Eleonora Gosman (Argentina), Ivonne Trías (Uruguai) e Mónica Gonzalez (Chile).

A Mulher e a Mídia edições 1 e 2
A primeira edição do Seminário A Mulher e a Mídia aconteceu em 2004, no Rio de Janeiro, quando foram debatidas a publicidade, a mídia e a imagem da mulher; os preconceitos e estereótipos predominantes e os meios para derrubá-los. A segunda edição foi realizada em São Paulo, em 2005, tendo como temas os programas e publicações voltados para o universo feminino, a dramaturgia e as conquistas de espaços e avanços na abordagem da temática de gênero.

Público
Voltado especialmente para quem atua nas áreas de comunicação e gênero, o seminário tem número limitado de vagas.

Inscrições gratuitas
Até 28 de julho , através do site www.patriciagalvao.org.br
A organização do seminário oferece, a quem se inscrever previamente, hospedagem e almoço durante os dias do evento. O transporte será de responsabilidade de cada participante.

Informações
Programação completa no site www.patriciagalvao.org.br
mulhermidia.2006@globo.com ou (11) 3266-5434.

 

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

RIGA - A total of 14 people have been detained for attacks on representatives of sexual minorities in the Latvian capital Riga on Saturday during the gay and lesbian pride festival.


National Police spokeswoman Sintija Kajina told the Baltic News Service that 13 of the detainees face administrative charges, while a criminal proceeding will be started against one person who was detained. The charges stem from an attack on gay and lesbian people who attended a service at the Anglican Church in Riga as part of the Friendship Days festival held last week.

An angry crowd threw tomatoes, eggs, and excrement at people entering the church service. Later, they threw eggs and splashed water on a taxi in which Swedish participants of the Latvian gay festival were travelling to the airport. The taxi was chased on its way to the airport, and attempts were made to push it off the road.

The Baltic Times

See also the following:

"Gay Activists Targeted at Riga Pride"
UK GayCity News


Report from the BBC

"Riga Gay Pride Under Siege by Fascists"

LIVE COVERAGE from Riga this last Saturday by Gayrussia.ru

Sophie In't Veld, Dutch member of the European Parliament: "It's Putting Europe to the Test"

A moving first person description of what happened on Saturday in an open letter from Lars Grava, a founding member of Mozaika

Visit and support Latvia's LGBT group and Pride Organizer Mozaika

Fonte: ILGA

 

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Pelotas/RS, Cidade Exportadora de Viado. Presidente Lula.

Essa é complicada para o governo que lançou o pioneiro Brasil sem Homofobia. Mas há quem diga que o executivo é reflexo da sociedade, isso justificaria?

Divulgando: Rede Brasileira de Antropologia Feminista  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Prezadas e prezados,

 

No VII Seminário Internacional Fazendo Gênero acontecerá a Reunião para a Constituição da Rede Brasileira de Antropologia Feminista , no dia 29.08.06, às 17:45 hs, na sala 309 do prédio do CFH/UFSC, Florianópolis, SC.

 

Em novembro de 2005, na cidade de Montevidéu, Uruguai, durante a VI Reunião de Antropologia do Mercosul, algumas antropólogas se reuniram para constituir a Rede de Antropologia de Gênero MERCOSUL ( Redagem). Na 25ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), realizada em junho de 2006 em Goiânia, em dois momentos, numa reunião durante o evento e no Workshop "Reflexões Avançadas em Gênero, Sexualidade e Saúde Reprodutiva", se discutiu a necessidade de organizar um grupo ou uma rede brasileira.

 

A principal proposta das discussões no Goiás foi a decisão de se realizar uma primeira reunião para debatermos e refletirmos sobre o que seria a nossa rede de Antropologia Feminista.  

 

No Brasil há uma histórica e intensa produção de antropólogas que se consideram feministas. No entanto, até hoje não há uma organização em torno do que seria a Antropologia Feminista Brasileira, semelhante aos moldes do que existe, por exemplo, nos Estados Unidos, a Association for Feminist Anthropology/ AFA (ver http://sscl.berkeley.edu/~afaweb/). Acreditamos na necessidade de se debater sobre o caráter político dessa produção, discutir seus impactos e instituir um espaço mais permanente para a discussão dessa vertente da disciplina antropológica.

 

Alguns temas foram sugeridos para nortear os interesses e a agenda dessa rede, tais como: Desigualdades (que envolvam marcadores sociais de sexo, raça, idade, classe, orientação sexual, etc); Sexualidades não reprodutivas e reprodutivas; Gênero; Trans/Homo/Heterossexualidades; Parentescos, conjugalidades e parentalidades; Poder; Política e movimentos sociais; Migrações e transnacionalidade; Corpo, corporalidade, modificações corporais; Saúde, adoecimento, sistemas médicos; Violências; Religiões; Direitos Humanos; Mercado de trabalho e de consumo; etc.

 

Algumas linhas teóricas também foram sugeridas, como: Feminismo e etnografia; Impacto do feminismo (e/ou da Antropologia Feminista) na Antropologia brasileira; Disciplinariedade e interdisciplinariedade (ou a relação da Antropologia Feminista com outras disciplinas); Interseccionalidades (imbricação entre gênero, classe, raça, sexualidade, religião, etc); Teorias de poder e agency; Relação entre a militância e a pesquisa feministas; Demandas não acadêmicas para antropólogas feministas (consultorias, ONGs, OGs, etc.); Dilemas éticos, metodológicos, teóricos para a Antropologia Feminista etc.

 
 
E, por fim, teríamos uma pauta organizacional sobre a qual poderemos começar a pensar: Como funcionará a rede? Que tipo de estrutura administrativa e institucional assumirá? Que tarefas aglutinará ( e.g. transmitir informações, organizar eventos dentro dos encontros maiores etc.)? Onde poderá procurar recursos para eventos, prêmios específicos, pesquisas?

 

 Assim, convidamos antropólogas e antropólog os interessados a comparecer e contribuir para a constituição dessa rede!

 

Apóiam essa iniciativa: Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi/UFRGS), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS/UFSC) e Pagu - Núcleo de Estudos de Gênero (Unicamp).  

 

 Alinne Bonetti   (Doutoranda em Ciências Sociais/Unicamp)        
                    
 Rozeli Porto         (Doutoranda em Antropologia Social/UFSC)
 

 Soraya Fleischer (Doutoranda em Antropologia Social/UFRGS)

                                                                                  

 

Maiores informações sobre o VII Seminário Internacional Fazendo Gênero em  http://www.fazendogenero7.ufsc.br/

Datas Importantes para Gays e todo o Movimento Homossexual  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

21 Janeiro - Dia de luta contra a Homofobia nas religiões
24 Janeiro - Dia de luta pela parceria civil de homossexuais
14 Fevereiro-Dia da Amizade GLBT
08 de Março-Dia de luta das mulheres trans e lésbicas
21 de Março-Dia de luta contra a discriminação racial nos GLBTs
30 de Março -Dia de luta da juventude GLBT
07 de Abril -Dia da saúde GLBT
08 de Abril -Dia combate ao câncer de próstrata (gays,trans)e de mama(lés)
19 de Abril -Dia de Orgulho do índio GLBT
21 de Abril -Dia de luta contra a Homofobia nas Polícias
28 de Abril -Dia de luta contra a Homofobia na educação
01 de Maio - Dia do Orgulho de GLBTs no Trabalho
Segundo domingo Maio - Dia das Mães GLBTS
17 de Maio - Dia mundial de luta contra a Homofobia
24 de maio - Dia do orgulho dos ciganos GLBts
25 de Maio - Dia de luta pela adoção de menores por casais GLBTs
02 de Junho -Dia de luta do/a Trabalhador/a do sexo
12 de junho- Dia dos namorados GLBTs
26 de Junho- Dia Internacional de Luta contra a Tortura aos GLBTs
28 de Junho -Dia mundial do Orgulho Gay
20 de Julho -Dia do/a Amigo/a dos GLBTs
25 de julho - Dia da Mulher Lésbica Negra Latino-Americana
11 de agosto-Dia de luta dos estudantes GLBTs
Segundo domingo Agosto Dia dos Pais GLBTs
25 de Agosto-Dia do Soldado GLBT
29 de Agosto-Dia da Visibilidade Lésbica
21 de Setemb-Dia da luta de pessoas GLBTs com deficiências
23 de Setemb-Dia do Orgulho de Surdos GLBTs
01 de Outubr-Dia de luta dos GLBTs da terceira Idade
11 de Outubr-Dia de sair do Armário
12 de Outubr-Dia da Criança e adolescente GLBT
28 de Outubr-Dia luta p/ isonomia de direitos servidor hetero e homo
31 de Outubr-Dia das Bruxas GLBTs
20 de Novemb-Dia da consciência negra GLBT
25 de Novemb-Dia de luta pela doação de sangue Gay
01 de Dezemb-Dia de luta contra a Aids
08 de Dezemb-Dia da Família GLBT
10 de Dezemb-Dia de luta pelos direitos humanos de GLBTS na ONU

Candidaturas amigas do Movimento Homossexual que apoio  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Veja o site

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Ainda falta a do Roberto, mas o site está fora do ar, quem sabe você clicando não consegue?

 

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Another Gay Movie Theatrical Trailer

Tomara que chegue ao Brazil logo!

Filme Another Gay - Tomara que chegue logo no Brasil  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

ADOREI A MÚSICA NO SITE!!!!ANDY is your typical All-American seventeen-year-old gay virgin. Like everyone else, he's dying to have sex. Totally out of the closet and mad-crazy horny, this naive high school senior is caught in that awkward vortex between child and adult. Much to the dismay of his MOM (who wonders why all her carrots and cucumbers keep disappearing), Andy spends much of his private time practicing for the big moment when he'll finally take the plunge.

Andy is not alone. He attends high school with his three best friends, all of them totally out-loud-and-proud. JAROD is a buff, blonde varsity-jock stud. GRIFF is the valedictorian, sinewy sexy, and a closet romantic. NICO is the pierced alternative-kid gay-cinema expert. The guys all have one thing in common - they're all booty-virgins.

MUFFLER, 18, the boys' bulldyke Casanova stud bud, delights in pointing this out. Muffler is a cheerleader-magnet with loads of sexual experience under her mullet. The final straw for the guys comes at Muffler's graduation party, where everyone is having sex but them. That night they make a pact to do "the big A" by the end of summer.

What follows is a raunchy ride on the bumpy road to butt love. Along the way, the film spoofs not only American Pie and gay movies from Trick to The Broken Hearts Club, but also the entire gay lifestyle.

After the end-of-summer blow-out bash at Muffler's, the boys' lives (and asses) will never be the same...

Will Andy decide he's not ready for sex after all? Will Griff act on his raging crush for best friend Jarod? What is Nico doing with MUFFLER'S GRANDPA? Will Andy get that gerbil out of his ass?

Beneath the film's sex-romp exterior beats the true heart of the story - one of friendship and loss of innocence. Each character experiences his own rite of passage on a journey that spans from boys to men.

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A História da Rebelião de Stonewall  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Durante o último fim de semana de junho de 1969, a polícia e agentes do Departamento de Controle do Álcool entraram em um bar gay --o Stonewall Inn, na Rua Christopher, na cidade de Nova Iorque. Alegando que estavam ali para observar violações da lei de controle de álcool, fizeram os usuais comentários homofóbicos e então, depois de checarem os documentos e identidades, começaram a expulsar os frequentadores, um por um. Em vez de sairem calmamente pela noite, como nós fizemos durante anos, drag queens, gogo´s, estudantes e outros frequentadores seguraram a onda e lutaram. Alguém arrancou um medidor de estacionamento (parking meter) e usou como barricada na porta do bar. Os agentes e a polícia foram presos dentro do bar. Eles destruíram o bar e chamaram reforços. Seus veículos chegaram na frente do bar com as sirenes ligadas e muitas luzes. A multidão cresceu. Alguém asteou fogo. Mais pessoas vieram. Por três dias, as pessoas protestaram. E, pela primeira vez, depois de inumeráveis anos de opressão, a bandeira, o Poder Gay, apareceu.

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