Vídeo e exposição Germaine Tillion  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

CONVITE
 
 
Lançamento do Video Germaine Tillion - Là oú il y a danger on vous trouve toujours e exposição em sua homenagem nesta quinta feira dia 12 de junho de 2008.
O video de 45 minutos (com legendas em português) será apresentado às 10:30 no Auditorio do CFH e a exposição será aberta às 11:30 na Galeria da Ponte (no corredor externo do depto de antropologia/UFSC).
Desejamos com estas atividades homenagear e fazer conhecer esta grande antropóloga feminista francesa que morreu em abril ultimo na vespera de completar 101 anos.

USO DE ANIMAIS NA UNIVERSIDADE (ENSINO, PESQUISA...)  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

DEBATE:


USO DE ANIMAIS NA UNIVERSIDADE (ENSINO, PESQUISA...)


ONDE? AUDITÓRIO DA REITORIA DA UFSC.
QUANDO? 11/06 (QUARTA-FEIRA)
QUE HORAS? 18:30


AUTORIDADES À MESA:


CARLOS R. TONUSSI (FARMACOLOGIA - UFSC)
MARTA A. PASCHOALINI (DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA - UFSC)

THALES TRÉZ (BIOLOGIA - UFMG)

SONIA FELIPE (FILOSOFIA - UFSC)


VENHA CONHECER, ACRESCENTAR, CRITICAR, DEBATER... COM OS POSICIONAMENTOS CONTRÁRIOS E FAVORÁVEIS DESTA PRÁTICA.

 

Organização: DCE: Gestão: "EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA"

Sargentos do Exército assumem homossexualidade em capa de revista  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

 Sargentos do Exército assumem homossexualidade em capa de revista 
    Por Redação 3/6/2008 - 14:41


 
 

É como bem disse a blogueira Lindinalva. "As forças armadas emboiolaram de vez, ficaram com inveja do futebol..." Numa atitude inédita, dois militares da ativa do Exército Brasileiro resolveram se assumir na capa de uma das mais importantes revistas do país, a Época. Não apenas suas orientações sexuais, os dois assumiram também o relacionamento estável que mantém há dez anos.

Reportagem de capa, a revista Época desta semana conta a história de Fernando Alcântara de Figueiredo e Laci Marinho de Araújo, respectivamente os sargentos Alcântara e De Araújo. Ambos se conheceram em Brasília, em dezembro de 1995, no Batallhão da Guarda Presidencial, unidade do exército conhecida por ter uma das rotinas mais severas.

Após quase dois anos de amizade, a dupla resolveu sair do alojamento militar para morar juntos numa república e mais tarde dividir o mesmo apartamento. Em entrevista a revista, eles assumiram viver uma relação amorosa desde 1997, quando se mudaram do alojamento do batalhão.

Laci, de 36 anos, declarou "Nós somos um casal e mantemos uma relação estável há mais de dez anos. Até no cartão de crédito nós temos o outro como dependente". Fernando, de 34, explica que "é tudo como um casal normal."

Na reportagem, o casal revela que o Exército pode ser atraente para os homossexuais. Laci comenta por exemplo que "para um gay as Forças Armadas são um paraíso". "Existe coisa melhor para um homossexual do que tomar banho com um monte de homem pelado e sarado?", questiona. Fernando complementa "Há muito mais homossexual no Exército do que se imagina. O problema é que muitos são enrustidos. Eu mesmo já fui assediado várias vezes, até por um general."

Em vídeo, que pode ser conferido no final desta matéria, Laci revela ainda que "existe sim uma quantidade muito grande de homossexuais 'incubados'. E a mensagem que eu tenho pra dizer a população brasileira é que se é pecado ser gay no exército brasileiro então eles podem fechar as portas porque praticamente todos estarão condenados."

De Araújo, ou Laci, além da carreira militar também brilha nos palcos. É vocalista da banda Terceira Visão e se apresenta como cover de Cássia Eller. Nas apresentações assume a identidade de "Eron Anderson". Seu marido, Fernando, é uma "espécie de empresário" de sua carreira artística.

A dupla protagoniza um entrave controverso com o Exército, que inclui processos judiciais. Em 2007, Laci passou seis meses fora do trabalho alegando problemas de saúde. A justiça militar mandou prendê-lo. Hoje, ele é considerado desertor. Ao final do processo, poderá ser expulso. O casal alega que está na mira do exército por denúncias de corrupção no hospital militar e que o fato de serem gays teria contruibudo para que fossem desacreditados.

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Exposição sobre animais gays faz sucesso em Oslo  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Fonte:  http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/10/061020_animalgay_is.shtml

 
Imagem: Per Aas/NHM-Oslo
Muitos pengüins formam casais do mesmo sexo
Uma exposição sobre o homossexualismo entre animais no Museu de História Natural de Oslo, na Noruega, está sendo bem recebida pelo público, apesar de ter sofrido críticas inicialmente.

Os curadores chegaram a ouvir de opositores à iniciativa que eles "iriam queimar no inferno", mas desde a inauguração da exposição "Contra a Natureza?", na semana passada, eles têm visto um interesse crescente pelo aspecto sexual do mundo animal.

Segundo os organizadores, o comportamento homossexual já foi observado em mais de 1,5 mil espécies e é bem documentado em 500 delas.

A mostra reúne fotografias como a de duas girafas macho tendo relações sexuais, a de macacos estimulando outros do mesmo sexo e a de duas baleias macho excitadas roçando os pênis.

"A homossexualidade é um fenômeno comum e freqüente no mundo animal. Não apenas relações sexuais breves, mas parcerias duradouras, que podem continuar pela vida inteira", diz um dos textos da exibição.

Os curadores dizem que esta é a primeira vez que o assunto, que já foi tabu no passado, é tema de exposição e defendem que o sexo no mundo animal, como entre os humanos, é fonte de prazer e não apenas uma forma de procriação.

Isso se aplicaria tanto a relações heterossexuais como a relações entre animais do mesmo sexo.

Espécies bissexuais

Enquanto a homossexualidade parece contradizer as necessidades evolutivas das espécies, os cientistas envolvidos na exibição em Oslo dizem que a prática não causa qualquer problema e pode até ser útil em algumas circunstâncias.

Em algumas espécies de aves, como os flamingos, é comum que dois machos protejam ovos "doados" por uma fêmea. Como eles são mais eficientes na tarefa do que um casal, mais filhotes acabam sobrevivendo.

Flamingo
Flamingos macho criam filhotes juntos

Segundo os organizadores da exposição, um em dez pares de pengüins são do mesmo sexo, enquanto outras espécies poderiam ser consideradas bissexuais como um todo. Um exemplo seriam os chimpanzés Bonobo.

Entre os comentários hostis à exposição estão acusações de que a "propaganda ideológica teria invadido o mundo científico".

Um dos zoologistas que organizaram a exibição, Petter Bockman, admitiu que havia uma "motivação política".

Na Noruega, é comum que os museus públicos tratem de assuntos controversos.

O Museu de História Natural de Oslo diz que um de seus objetivos com a exposição é "ajudar a desmistificar a homossexualidade" e "rejeitar o conhecido argumento de que o comportamento homossexual é um crime que vai contra a natureza".

1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais
nº 02   -   28 / 05 / 2008

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Debate sobre cidadania GLBT mobiliza sociedade civil e governo em todos os estados brasileiros

Conferência Nacional, acontece entre os dias 5 a 8 de junho, no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília, terá a participação de 600 delegados representantes da sociedade civil e do poder público

BRASÍLIA  – A primeira etapa da 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT) foi encerrada. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal realizaram debates envolvendo a sociedade civil organizada e o governo, mais de três mil pessoas participaram desse processo.

A Conferência Nacional, acontecerá entre os dias  5 a 8 de junho, no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília. O evento terá a participação de 600 delegados representantes da sociedade civil e do poder público, definidos nas conferências estaduais, além de observadores e convidados. A expectativa é de mil participantes.

Essa ampla mobilização nacional tem o objetivo de discutir políticas públicas para a população GLBT, com a elaboração do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos GLBT, ao mesmo tempo em que pretende avaliar e propor estratégias para fortalecer o Brasil sem Homofobia – Programa de combate à violência e à discriminação contra a população GLBT e de promoção da cidadania homossexual.

Para nortear o processo dessas conferências, foi construído o Texto Base, elaborado com a participação de representantes da sociedade civil organizada GLBT, das Secretarias Especiais de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de Políticas para as Mulheres (SPM) e dos Ministérios da Saúde, Educação, Justiça, Cultura, Trabalho e Emprego, Previdência Social, Turismo, Cidades, Comunicações, Esportes e Ministério Público Federal. Esse trabalho foi coordenado pela Comissão Organizadora criada em dezembro de 2007, da SEDH, com a função de coordenar, promover e monitorar a realização da Conferência Nacional.

Para Perly Cipriano, subsecretário da SEDH/PR os encontros estaduais permitiram abrir debate e criar uma articulação entre a gestão pública e a sociedade civil. "O resultado desse amplo debate será a elaboração de políticas públicas e do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de GLBT. Todo o trabalho da SEDH/PR é voltado para que não aja mais nenhum tipo de discriminação, seja ela qual for a origem", explica Cipriano.

Além da sociedade civil organizada e dos órgãos governamentais, a comissão organizadora conta ainda com a participação da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT.

Essa chamada, no ano que se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, reafirma o compromisso do governo em tratar a questão dos direitos humanos como uma política de Estado.

Programação eclética mistura debate político, contextualização histórica e cultura

Programação cultural, montada a partir de sugestões do movimento social, será organizada pelo Ministério da Cultura

BRASÍLIA  – Cerca de mil pessoas estarão reunidas em Brasília para discutir Direitos Humanos e Políticas Públicas: o caminho para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. O encontro acontecerá entre 5 a 8 de junho na Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT).

As discussões abordarão 16 subtemas, distribuídos em dez grupos de trabalho definidos pelo Texta-Base. Além de Direitos Humanos, os temas incluem Saúde; Educação; Justiça e Segurança Pública; Cultura e Turismo; Trabalho, Emprego e Previdência Social; Cidades Comunicação e Esportes; Igualdade Racial e Mulheres. Os temas transversais envolvem idosos; pessoas com deficiência física; infância, adolescência e juventude.

O resultado desses grupos de trabalho será a elaboração do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de GLBT. A Conferência também abordará a contextualização e perspectivas da conjuntura internacional, do Poder Legislativo, Poder Judiciário e do Ministério Público e ainda uma palestra sobre a introdução à orientação sexual e identidade de gênero.. Esses painéis acontecem no primeiro dia do evento como atividades paralelas.

A programação cultural, montada a partir de sugestões do movimento social, será organizada pelo Ministério da Cultura que preparou mostras de filmes, exposições fotográficas, oficinas áudio visuais, teatro, dança e shows. Confira a programação aqui

Observadores deverão se cadastrar nas comissões organizadoras nos estados

Quantidade de observadores deverá ser limitada a 300 pessoas

As conferências estaduais elegeram 600 delegados, destes 60% são do movimento social organizado e 40% do poder público. Além dos delegados a Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNGLBT) contará com convidados e observadores. Devido a grande procura pelo evento, a quantidade de observadores foi limitada a 300 pessoas e foram definidos pelas comissões organizadoras estaduais, que podem ser procuradas caso alguém necessite de alguma informação.

Cadastramento de jornalistas para a cobertura do evento deve ser feito com antecedência

 

Os jornalistas que pretendem cobrir a Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais devem se cadastrar no site da conferência. Será preciso informar o nome, endereço, veículo, telefone e o número de registro ou matrícula sindical.

Entrevista: Angela Moysés da ONG Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais

 O grupo, que  tinha 4 mães em 1999, passou a ser virtual e hoje conta com mais de 200 associados no Brasil

Quando a professora universitária de São Paulo, Edith Modesto descobriu, em 1992 que seu filho era gay ficou desnorteada e procurou informações sobre o assunto e outras mães de homossexuais para conversar. A conversa rendeu e ela acabou criando, em 1997, o Grupo de Pais de Homossexuais (GPH). O grupo, que inicialmente tinha quatro mães em 1999, passou a ser virtual e hoje conta com mais de 200 associados em todo o Brasil. Há dois anos virou uma Organização Não Governamental – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais. DH em Pauta Especial conversou com Angela Moysés, co-adminsitradora da ONG e mãe facilitadora. Leia mais


Para mais informações acesse o site: www.sedh.gov.br


Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR)

Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Sala 424 - A,  Edifício Sede, Ministério da Justiça

CEP: 70064-900, Brasília, DF, Telefone: (55 61) 3429-9805 / 3429-3498

E-mail: imprensa@sedh.gov.br

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"A religião no Estado Laico"  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Palestra "A religião no Estado Laico"
Palestrante Prof. Emerson Giumbelli, UFRJ
Data 24 junho 2008
Local Panteon IFCH
Horário 17h30m
Organização Professores Fernando Seffner (ILEA - Observatório Interdisciplinar de 
Direitos Humanos da UFRGS) e Carlos Steil (NER PPGAS UFRGS)
Apoio Programa de Pós Graduação em Antropologia Social
Patrocínio Fundação Ford

 

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Capes recebe homenagem do CNPq  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

CAPES recebe homenagem do CNPq

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) recebeu menção especial nas comemorações dos 57 anos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), nesta quarta-feira, em Brasília. O presidente da Capes, Jorge Guimarães, recebeu medalha como o reconhecimento ao apoio que a Capes presta aos estudantes brasileiros, incentivando a parceria para estimular a pesquisa científica, tecnológica e de inovação no país.

Participaram da solenidade o Ministro da Ciência e Tecnologia, a Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, além de estudantes e pesquisadores brasileiros.

Festa do Porco Juruna  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Nota de pesar pelo assassinato de Luiz Palhano, ativista GLBT do Ceará  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Nota de pesar pelo assassinato do Sr. Luis Palhano, ativista GLBT do Ceará.

 

O Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual, organização de defesa e promoção dos direitos de GLBT do Rio de Janeiro, vem manifestar sua nota de pesar pelo assassinato do Sr. Luis Palhano Loiola, vice-diretor da Faculdade Estadual de Educação de Crateús e ativista do Grupo de Resistência Asa Branca, do Ceará.

 

Luiz Palhano, 40 anos, foi encontrado no dia 01.05(quinta-feira) às 09 horas, em sua casa, na cidade de Crateús. O corpo foi todo riscado de faca, tendo sofrido 20 facadas. Além disso, havia um buraco grande no pescoço coberto com um lençol amarrado. Um crime bárbaro com requintes de crueldade.

 

Luiz Palhano se destacou no Movimento GLBT Brasileiro, como um dos primeiros ativistas e intelectuais a atuar no tema de educação e combate à homofobia. Na Universidade Federal do Ceará, em 1998, se graduou em Pedagogia; em 2001, defendeu dissertação de mestrado com o título Coisas Difíceis de Dizer: as manifestações homofóbicas do cotidiano dos jovens; e em 2005, concluiu o doutorado em Educação, com o título Diversidade Sexual: para além de uma educação sexual não escolarizada.

 

A situação de violência contra GLBT no Brasil vai desde discriminação no trabalho, escola, família e sociedade em geral, até assassinatos com requintes de crueldade, corroborando ainda com isso, a impunidade se mantém em altos patamares.

 

Cobramos das autoridades federais e estaduais a apuração rigorosa do crime e a prisão dos assassinos.

 

Luiz Palhano estará sempre em nossos corações e mentes nos inspirando a seguir em nossa caminhada contra a homofobia e pela promoção dos direitos da população GLBT no Brasil.

 

Rio de Janeiro, 02 de maio de 2008.

 

 

Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual