Seminário UFRJ: Religião e Sexualidade na Contemporaneidade  

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Jackson Adriano ministra oficina sobre origami na Saraiva Megastore do Shopping Iguatemi  

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Veja a entrevista de Keila Simpson (ANTRA) no Programa do Jô 03/09/2008  

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Keila Simpson defende os direitos dos travestis

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM877780-7822-L-KEILA+SIMPSON+DEFENDE+OS+DIREITOS+DOS+TRAVESTIS,00.html

Quarta-feira, 03/09/2008

Ela preside associação de travestis na Bahia e já participou de livro de antropólogo sobre os problemas de sua classe.

Documentário sobre homofobia estréia em São Paulo  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Fonte: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_21104.htm

Documentário sobre homofobia estréia em São Paulo nesta quinta

Por Redação
27.08.08
Divulgação A história de Grace (foto), uma das vítima fatais da homofobia, é contada no filme

A história de Grace (foto), uma das vítima fatais da homofobia, é contada no filme

Retrato forte e necessário da violência contra homossexuais, o documentário Sexualidade e Crimes de Ódio, de Vagner de Almeida e Richard Parker, será lançado em São Paulo nesta quinta-feira, dia 28 de agosto, no Instituto de Psicologia da USP. Registro contundente do preconceito, o filme insere-se no bojo de uma nova filmografia militante, na qual se alinha trabalhos como Eu sou homem e Meu mundo é esse, de Márcia Cabral, e Borboletas da Vida e Basta um Dia, ambos de Vagner de Almeida.

O documentário é um protesto diante da extrema brutalidade cometida contra os homossexuais no Brasil. Desde que foram iniciadas as filmagens na região metropolitana do Rio de Janeiro, vários dos protagonistas dos filmes foram barbaramente assassinados por pessoas que ainda se encontram em
liberdade. As vítimas são assassinadas simplesmente por serem gays, lésbicas ou transexuais.

"Para os meus trabalhos entrevistei mais de mil pessoas que foram vítimas da homofobia. Para se ter uma idéia, 75% das travestis que entrevistei para o documentário Basta um Dia foram assassinadas. A Naiara, por exemplo, que sua história é uma das principais de Sexualidade e Crimes de Ódio, foi assassinada na noite de estréia do Basta um Dia", contou Vagner ao G Online.

O cineasta destaca que seu trabalho é dirigido para as autoridades, como forma de protesto. "Deve-se ter a consciência de que a sociedade continua chamando os gays de viado, as lésbicas de sapatão e as travestis de traveco. Quanto um hétero mata um homossexual ele é absolvido, mas quando um homossexual, em legítima defesa, mata um hétero que ia agredí-lo, ele apodrece na cadeia", afirmou Almeida.

Serviço:
Filme:
Sexualidade e crimes de ódio
Quando: 28 de Agosto, às 12:15
Onde: Bloco G do Instituto de Psicologia da USP (Cidade Universitária – São Paulo)


Vídeo Homofobia, Lesbofobia, Transfobia é exibido na Mostra Audiovisual do Fazendo Gênero 8  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Documentário analisa categorias usadas pelo movimento de lésbicas e travestis

O documentário "Homofobia, Lesbofobia, Transfobia" aborda as categorias usadas por ativistas lésbicas e travestis para falarem sobre as expressões da violência e discriminação contra suas identidades. Com direção de Felipe Bruno Martins Fernandes, doutorando da área de Estudos de Gênero do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, o vídeo busca preencher uma lacuna no campo dos Estudos de Gênero que se refere as categorias para se falar das violências que sofrem homossexuais e transgêneros, que são, geralmente, abordadas como uma unidade no campo da política sexual e das políticas públicas.

“Fazer ativistas falarem sobre suas vivências com a violência e com a discriminação é uma importante ferramenta para clarearmos alguns conceitos que, de tão falados por ativistas e gestores do poder público, podem parecer bem definidos e dados no campo da política”, afirma o diretor.

Felipe Bruno Martins Fernandes também ressalta que, “a homofobia é uma categoria que provém da psicologia e foi apropriada pelo movimento LGBT e por setores progressistas do poder público. Entretanto, há uma necessidade de deslocar esta categoria para que ela se torne uma categoria teórica e, então, um instrumento a ser usado por políticas públicas e pelo judiciário. A localização quase exclusiva desta categoria na trama discursiva do movimento LGBT, com seus conflitos e dinâmica própria, pode ser tanto um obstáculo para a efetivação de políticas públicas para esta população como um motor criativo de novas possibilidades de entendimento do fenômeno das homossexualidades e das vivências das masculinidades e feminilidades contemporâneas”.

O documentário foi produzido em junho de 2008 durante a Conferência Nacional GLBT, organizada pelo governo federal, em Brasília/DF. Conta com a participação de personalidades representativas do campo dos Estudos de Gênero e da política sexual no Brasil. Compõe o quadro de interlocutores deste filme o Prof. Wiliam Siqueira (UNESP/Assis), Carmen Luiz (Liga Brasileira de Lésbicas), Keila Simpson (Articulação Nacional de Transgêneros), Jenifer Alamino (Deusas da Noite/SC), além de Noyr Marques e Carmen Geraldo, casal de lésbicas educadoras que foram afastadas da docência no município de Campo Grande/MS por, segundo elas, serem lésbicas e manterem um relacionamento “homo-afetivo”.

Homofobia, Lesbofobia, Transfobia (Brasil, 2008; 8min).
Direção: Felipe Bruno Martins Fernandes
Filiação Institucional: Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades / Universidade Federal de Santa Catarina

Felipe B. M. Fernandes – diretor do filme
Nascido em Belo Horizonte em 1981, Felipe Bruno Martins Fernandes formou-se em Ciências Biológicas pela PUC-MG. Concluiu o Mestrado em Educação Ambiental na Fundação Universidade Federal do Rio Grande (Rio Grande/RS). Atualmente é doutorando do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, em que trabalha em uma pesquisa sobre as políticas públicas da educação vinculadas ao programa federal Brasil Sem Homofobia.
“Homofobia, Lesbofobia, Transfobia” é seu primeiro filme.

Contatos:
Florianópolis:
E-mail: complex.lipe@gmail.com

Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero inicia processo de inscrições  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero inicia processo de inscrições

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, uma parceria entre a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Ministério da Educação (MEC) e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).

O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, parte integrante do Programa Mulher e Ciência, é uma proposta que busca estabelecer as bases para mudanças culturais profundas e um mundo de plena eqüidade de gênero. O Prêmio tem como objetivo estimular a produção científica e a reflexão sobre as relações de gênero no país e promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas.

Estudantes do ensino médio e de graduação e de pós-graduação podem participar. As alunas e alunos do ensino médio premiadas(os) recebem computadores e bolsas de Iniciação Científica Júnior. As(os) estudantes de graduação recebem R$ 5 mil e bolsas de Iniciação Científica, enquanto as/os premiadas/os da categoria graduado recebem R$ 10 mil e bolsas de Mestrado ou Doutorado do CNPq.

As instituições a que pertençam as alunas e alunos do ensino médio premiadas/os recebem um computador, no valor estimado de R$ 2,5 mil, e uma assinatura anual dos Cadernos Pagu e da Revista Estudos Feministas.

As inscrições estendem-se até o dia 31 de outubro de 2008 e deverão ser feitas por meio do site www.igualdadedegenero.cnpq.br <http://portal.cnpq.br/portal/page/portal/CNPq/premioIgualdadeGenero> ou pelos Correios, para os seguintes endereços:

Categorias Graduado e Estudante de Graduação: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Serviço de Prêmios - 4º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, SEPN 507, Sala 203 - Brasília - DF - CEP 70740-901.

Categoria Estudante do Ensino Médio: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM/PR) - 4º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero - Esplanada dos Ministérios - Bloco L - Edifício Sede - sala 200, 2º andar  - Brasília - DF. - CEP 70.047-900

Informações complementares sobre o prêmio podem ser obtidas pelos e-mails:
Categorias Estudante de Graduação e Graduado -
premios@cnpq.br <mailto:premios@cnpq.br>
Categoria Estudante do Ensino Médio -
mulhereciencia@spmulheres.gov.br <mailto:mulherciencia@spmulheres.gov.br>

Centenário do Nascimento de "Simone de Beauvoir" na UFSC  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

O Curso de Pós-Graduação em Literatura e o
Instituto de Estudos de Gênero convidam para a Mesa-redonda

Simone de Beauvoir
1908-2008


10/setembro, quarta-feira, 15h: CCE B, Auditório. Henrique Fontes
Participantes:

Nora Dominguez (Universidade de Buenos Aires)
Susana Funck (UCPEL) Claudia de Lima Costa (UFSC)
Miriam Grossi (UFSC)
Eliane Lisboa

Coordenação: Zahidé Muzart

Exposição
vida/obra Simone de Beauvoir
saguão do CCE-B Org. Ana Claudia Gualberto e Thais de Almeida Santos


Apoio: Pró-Reitoria de Pós-Graduação UFSC

Santa Maria Vídeo e Cinema recebe 325 inscrições na sua sétima edição.  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

06/08/08

A sétima edição do SMVC recebeu 325 nscrições, sendo 30 animações, 107 documentários, 165 ficções e 23 videoclipes.

A Mostra Competitiva Santa Maria e Região recebeu 20 inscrições, sendo 01 animação, 10 documentários e 09 ficções. Isso significa um grande êxito para a região que mantém a média dos últimos dois anos com 20 produções anuais.

Este ano participam 15 estados brasileiros, entre eles a Paraíba, Amazônia, Bahia, Goias, entre outros, sendo o Rio Grande do Sul o estado com mais inscrições com 72, seguido do Rio de Janeiro com 51 e São Paulo com 44.

O Festival Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC) chega à sua sétima edição reafirmando seu principal objetivo: ser democrático, plural e independente. Democrático porque abre espaço para o acesso do público ao cinema. Plural pois apresenta através de sua programação e curadoria, as mais diferentes produções de curta, média e longa-metragem que abordam os mais variados temas. Independente pois abre espaço para filmes e vídeos de produtores independentes de todo o país e também exterior ao mesmo tempo em que é organizado e produzido por um grupo de pessoas apaixonadas por cinema.

Em 2008 o tema do festival é: 7º SMVC -projetando a Sétima Arte nos 150 anos de Santa Maria. Sintetizando uma homenagem do cinema ao momento da cidade. Santa Maria completa, no ano de 2008, 150 anos de emancipação. As peças gráficas foram criadas pelo cartunista Joacir Xavier, o Jô, e retratam fases do cinema nacional, ambientado em Santa Maria.

O festival deste ano acontece de 17 a 22 de novembro, de 2008, em Santa Maria, RS, Brasil.

7º SANTA MARIA VÍDEO E CINEMA - SMVC
Objetivo: Reafirmar a condição buscada desde a primeira edição, em 2002. Ser democrático, plural e independente.
Tema: 7° SMVC - projetando a Sétima Arte - nos 150 anos de Santa Mari
Fonte: http://www.smvc.org.br/#

LEY DE OBRA SOCIAL PARA PAREJAS DEL MISMO SEXO APROBADA POR DIPUTADOS DE LA NACION ARGENTINA  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

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Esta lista de distribución contiene miembros de ILGA-LAC, la región de la Asociación
Internacional de lesbianas y gays para Latinoamérica y el Caribe:
http://america_latina_caribe.ilga.org

Para cualquier información sobre vuestra condición de miembro de ILGA, contacta con
admin@ilga.org

Esta lista de distribuição de e-mail é dos membros de ILGA-LAC, região da América Latina e
Caribe da Associação Internacional de Lésbicas e Gays – ILGA:
http://america_latina_caraibas.ilga.org

Para maiores informações a respeito de sua filiação a ILGA, contate admin@ilga.org


HISTÓRICO: EL PRIMER PROYECTO DE LEY NACIONAL QUE RECONOCE A LAS PAREJAS HOMOSEXUALES

LEY DE OBRA SOCIAL PARA PAREJAS DEL MISMO SEXO

FUE APROBADA EN LA CÁMARA DE DIPUTADOS Y PASA AL SENADO PARA CONVERTIRSE EN LEY

 

Hoy, miércoles 27 de agosto a las 22:30 horas la Cámara de Diputados de la Nación aprobó con 132 votos a favor, 3 abstenciones y 3 votos negativos, el Proyecto N° 79D/08 de las Diputadas Silvana Giudici (UCR) y Delia Bisutti (ARI) que reconoce el derecho a compartir la obra social para parejas del mismo sexo-

Tras la pédida del estado parlamentario en diciembre del 2007, el proyecto fue presentado nuevamente el 3 de marzo de 2008 con la adhesión de la Comunidad Homosexual Argentina (CHA) ya que es otra de las reivindicaciones históricas de la organización.

César Cigliutti, Presidente de la CHA resaltó que "este el primer proyecto de ley que tiene media sanción que reconoce a nivel nacional a nuestras parejas. Desde hace 24 años que trabajamos por tener los mismos derechos que el resto de la sociedad. Con la media sanción de esta ley estamos más cerca de nuestro objetivo. Confiamos en que la Cámara de Senadores votará a favor y se pronunciará, entonces, por la no discriminación a causa de la orientación sexual e identidad de género. Ya el año pasado, la CHA hizo un llamado público a los/as legisladores/as a través de una solicitada nacional para que este proyecto no perdiera estado parlamentario y fuera votado-. Finalmente hoy, con nuevas esperanzas de que todas y todos podamos celebrar una verdadera democracia en el país, sin ciudadanías de segunda clase, con una nueva ley de Obras Sociales que reconoce, para más de un millón y medio de ciudadanos,  los principios básicos de la democracia:  Igualdad y  Libertad.

Cesar Cigliutti - Presidente
Marcelo Suntheim - Secretario
Pedro Paradiso Sottile - Coordinador Area Juridica
 
Sociedad  |  Jueves, 28 de Agosto de 2008
Media sanción a la ley que extiende la obra social a parejas gays

Para afiliarse a la inclusión

La Cámara de Diputados aprobó por 130 votos a favor y sólo tres en contra proyecto que obliga a las obras sociales a otorgar los beneficios a la pareja homosexual de un afiliado. Ayer también entró en vigencia la pensión para viudos gays.

http://static.pagina12.com.ar/fotos/20080828/notas/na17fo01.jpg
El beneficio es para quien conviva con el afiliado en unión de hecho, sea o no de distinto sexo.
Por Andrés Osojnik

Las parejas del mismo sexo están a un paso de lograr un reclamo que lleva varios años: poder compartir la obra social. La Cámara de Diputados dio media sanción ayer al proyecto que permite a un afiliado homosexual extender los beneficios a su conviviente. Ahora la iniciativa deberá ser debatida en el Senado. La aprobación coincidió con la puesta en vigencia, también ayer, de la pensión para viudos gays, otra conquista histórica de la comunidad gay-lésbica.

El proyecto votado ayer por 130 votos a favor y apenas tres en contra sustituye el artículo 9 de la ley de obras sociales, de modo que quede incluido en calidad de beneficiario "la persona que conviva con el afiliado titular en unión de hecho, sea o no de distinto sexo, y sus hijos".

La iniciativa fue presentada hace dos años por la diputada radical Silvana Giudici, que la impulsó entre otros legisladores. El año pasado, el proyecto llegó a tener dictamen de comisión. La Comunidad Homosexual Argentina exhortó a su tratamiento a mediados de diciembre en una solicitada publicada en este diario. Pero las sesiones terminaron y nunca fue discutido en el recinto, por lo que perdió estado parlamentario.

Este año, Giudici insistió con su presentación. Y tuvo mayor suerte. "Más allá de que esté pendiente el debate por la unión civil o el matrimonio entre personas del mismo sexo, ésta es una conquista importante para que los derechos sociales sean inclusivos y no sean motivo de discriminaciones", destacó la diputada a PáginaI12.

En realidad, muchas obras sociales ya aceptaban a las parejas homosexuales como afiliadas al sistema. "En los casos en los que había negativa se recurría a la Justicia y allí se les daba la razón, pero era necesario que una ley lo expresara específicamente para que no quedaran dudas", explicó. Algunas obras sociales –como Osplad, Ioma u Osecac– autorizaron la inclusión de parejas gays después de ser obligadas a hacerlo por un fallo judicial en un caso concreto.

Desde la CHA, Pedro Paradiso Sottile, coordinador del área jurídica de la entidad, recordó que en el año 2000 la Superintendencia de Seguros de Salud admitió la extensión del beneficio. "Pero en cada caso había que hacer un reclamo individual: ir a la obra social, esperar el rechazo y entonces hacer la presentación en la Superintendencia. Ahí se le otorgaba, pero había que recorrer todo ese camino burocrático", explicó Paradiso. "Esta es la victoria de muchos años de lucha para que se cumpla con lo que la Constitución manda, que es la igualdad ante la ley", se entusiasmó.

–¿Qué cambió para que un proyecto postergado y que hasta terminó cayendo años anteriores ahora fuera aprobado?

–Fundamentalmente tuvo que ver este paso de la pensión y el apoyo de la Presidencia de la Nación. Esta decisión puso en el debate público en las últimas dos semanas estos reclamos que venimos sosteniendo desde hace tiempo.

–¿Esto se extiende a las prepagas?

–Lo que rige para las obras sociales también es válido por jurisprudencia para las prepagas. Pero igual las prepagas nunca se opusieron a esto, porque bastaba con pagar por una persona más...

El PAMI, por su parte, la venía cumpliendo desde el año 2003. "El reconocimiento de este derecho significa un avance impostergable para las parejas y familias, que se sumará a la reciente conquista del otorgamiento del derecho a pensión", festejó por su parte la Federación de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans.

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SOMOS denuncia descaso da Prefeitura de Porto Alegre com a aids na capital gaúcha  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Nenhuma camisinha foi comprada pela Prefeitura de Porto Alegre neste ano, descumprindo a pactuação com o Governo Federal e Estadual e deixando a população sem insumos básicos de prevenção à aids. Medicamentos para enfrentar efeitos colateriais dos antiretrovirais e outros básicos, de responsabilidade do município, estão faltando nos postos de saúde. Somado a isto, os recursos do Plano de Ações e Metas - PAM destinados ao atendimento de pacientes com HIV/Aids da capital gaúcha teriam sido utilizados para o pagamento de funcionários do Hospital Vila Nova. A denúncia foi feita nesta terça-feira (26/8) à tarde pelo coordenador do grupo Somos - Comunicação, Saúde e Sexualidade, Gustavo Bernardes (foto), durante reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal.
O Hospital Vila Nova mantém convênio com a prefeitura, disponbilizando 40 leitos para atendimento de pacientes soropositivos. Lembrando que o PAM foi construído de forma conjunta entre governo e sociedade, Bernardes informou que a denúncia foi formalizada ao Ministério Público e que o Conselho Municipal de Saúde (CMS) havia dado parecer contrário ao uso dos recursos no Vila Nova. "O Executivo alegou que os recursos do governo federal estavam parados. O Município deveria utilizar esses recursos federais aos pacientes com HIV/Aids e ainda complementá-los com verbas municipais."
Segundo Bernardes, Porto Alegre registrou 14.701 casos de pessoas contaminadas pelo vírus HIV em 2006. Bernardes também reclamou a falta de distribuição gratuita de preservativos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). "O governo licitou a compra apenas depois que os preservativos haviam se esgotado para distribuição. Os 1,140 milhão de camisinhas que a prefeitura teria de ter comprado estão prometidas apenas para dezembro". O Somos também reclama que não há campanhas educativas de prevenção à Aids na Capital e que o número de funcionários na Coordenação da Política Municipal de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)/Aids da SMS teria diminuído de 18 para apenas três.Além disso, acusa Bernardes, os programas de planejamento familiar excluem gays, lésbicas, transexuais e pessoas que não desejam ter filhos.
A coordenadora da Política Municipal de DST/Aids, Miriam Weber (foto), afirmou que os recursos são escassos para o atendimento aos pacientes e elogiou a atuação histórica dos movimentos sociais em favor dos portadores do vírus HIV em Porto Alegre. Ela confirmou a diminuição no número de profissionais de saúde na Coordenação ao longo dos anos e destacou que Porto Alegre tem sido, desde o início da epidemia, a terceira capital brasileira em número de casos de Aids no país. "Antes, a nossa Coordenação era ordenadora de despesas; agora, ela é encarregada do planejamento", esclareceu. Sobre o Hospital Vila Nova, Miriam afirmou que o gestor municipal pediu autorização ao CMS para utilizar recursos do PAM no pagamento de parcelas do convênio firmado com a instituição no ano 2000. "Não havia autorização para pagamento de funcionários do hospital, mas não sabemos como o Vila Nova utilizou esses recursos." Segundo ela, a SMS tem optado pelas campanhas de prevenção com a distribuição de kits contendo materiais educativos, uma vez que fôlderes e outros impressos teriam se mostrado menos eficientes.
Travestis
A presidenta da Associação das Travestis e Transexuais do RS e do Conselho Municipal de Direitos Humanos, Marcelly Malta, denunciou a discriminação ainda existente no atendimento de saúde prestado aos gays, lésbicas, travestis e transexuais nos postos de saúde e nos Serviços de Atendimento Especializado (SAE) aos pacientes com HIV/Aids da Capital. Segundo ela, as travestis mostram resistência a internações no Hospital Vila Nova, pois não se sentem respeitadas. Ela também reclamou das dificuldades para marcação de consultas por telefone, visto que a Associação geralmente precisa intervir para facilitar a abertura de vagas em hospitais para esses pacientes.
Marcelly relatou o caso do falecimento de uma travesti, ocorrido no PAM-3 na semana passada, por falta de vaga nos hospitais, e a dificuldade em conseguir a internação de outra travesti com sífilis, hepatite e Aids no Hospital Cnceição. "Freqüentemente temos de levar os doentes de táxi aos hospitais, pois não há ambulâncias disponíveis." A presidenta da Associação reivindicou ainda que as travestis e transexuais sejam atendidas pelos nomes sociais nos postos de saúde e SAEs. "É preciso capacitar os funcionários para que prestem bom atendimento." Citando o exemplo de uma travesti de 13 anos que havia sido violentada, Marcelly alertou para a necessidade de que as escolas também recebam treinamento para lidar com essas questões.
Prevenção
O vereador Claudio Sebenelo (PSDB) apontou haver falta de leitos nos hospitais "porque não há políticas de prevenção em saúde", enquanto a presidente da Cosmam, Neuza Canabarro (PDT), salientou que é preciso "uma ação mais enérgica na aplicação dos recursos do Município", com envolvimento da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) no trabalho de prevenção à Aids. Sofia Cavedon (PT) sugeriu a realização de um programa conjunto entre as áreas de Saúde e Educação no Município, com a capacitação de pais, professores e alunos para lidar com as questões relativas à sexualidade. Já a vereadora Maria Celeste (PT) se disse preocupada com a destinação dos recursos que deveriam ser utilizados na prevenção aos casos de HIV/Aids no município para outras finalidades. Também estavam presentes à reunião o vereador Beto Moesch (PP) e o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) da Região Sul, Alexandre Böer, além de outros integrantes do grupo Somos, da Secretaria Estadual de Saúde e da SMS.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara de Vereadores de Porto Alegre Fotos: Alexandre Böer




Foto 1: Eliana Frederes de Matos, Coordenandora Adjunta da Seção Estadual do RS de Controle das DST/Aids; Gustavo Bernardes, coordenador geral do SOMOS, Comunicação, Saúde e Sexualidade e Marcelly Malta, coordenadora geral da Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do RS.
Foto 2: Mirian Weber, Coordenadora da Política Municipal de DST/Aids de Porto Alegre.