Capes e SPM financiam projetos de mestrado na área de enfrentamento à violência contra a mulher  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Período de envio dos projetos se encerra em 15/08/2008. Linha de financiamento é inédita e concederá 11 bolsas de estudo.


Estimular a criação, o fortalecimento e a ampliação de áreas de concentração e linhas de pesquisa em programas de pós-graduação stricto sensu dirigidas aos estudos feministas e de gênero, especialmente no que se refere ao enfrentamento da Violência contra as Mulheres, é um dos objetivos do edital Enfrentamento da Violência contra as Mulheres nº 01/ 2008, aberto nesta terça-feira (08/07) pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em parceria com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM).
Podem candidatar-se estudantes de mestrado regularmente matriculados em cursos de pós-graduação stricto-sensu no Brasil, devidamente recomendados pela Capes, com nota igual ou superior a três. A iniciativa é inédita e está integrada ao Programa Mulheres em Ciências de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica da Capes e ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.
Essa linha de financiamento selecionará 11 projetos de pesquisa de mestrado que tenham como foco a formação/qualificação de pessoas e a produção de conhecimento científico e tecnológico envolvendo os estudos de gênero, mulheres e feminismos no que se refere ao enfrentamento da violência contra as mulheres.
Enfoques priorizados
Em razão da abrangência temática, serão priorizados os seguintes enfoques:
v       estudos sobre propostas e ações de enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres a partir de uma visão integral deste fenômeno, conferindo atenção especial às mulheres rurais, negras e indígenas, em função da situação de dupla ou tripla discriminação a que estão submetidas e em virtude de sua maior vulnerabilidade social;
v       avaliação da efetividade e dos impactos dos novos marcos legais nacionais e internacionais sobre a questão da violência doméstica;
v       investigação de situações e mecanismos relacionados à garantia da proteção dos direitos das mulheres em situação de violência - física, doméstica, moral, sexual, patrimonial, psicológica, institucional, e aquelas submetidas ao trabalho escravo, à exploração sexual comercial, ao turismo sexual e ao tráfico nacional e internacional de pessoas - considerando as questões raciais, étnicas, geracionais, de orientação sexual, de deficiência e de inserção social, econômica e regional;
v       investigação de situações e mecanismos relacionados à proteção dos direitos sexuais e reprodutivos e do enfrentamento da feminização da Aids;
v       investigação sobre as redes de atendimento e proteção da mulher (Segurança, Saúde, Assistência Social, Justiça e Educação) e sobre as atividades de re-socialização das mulheres vítimas de violência através da cultura em suas diversas linguagens artísticas (teatro, música, cineclubes, dança, leitura e literatura, artes visuais);
v       investigação sobre situações e mecanismos relacionados à violência perpetrada contra as mulheres em situação de prisão e as adolescentes cumprindo medidas sócio-educativas.
O período de envio dos projetos se encerra às 24 horas de 15/08/2008. Além do roteiro da pesquisa, devem contar na proposta a identificação do proponente, da instituição de ensino superior, orientador e Programa de Pós-Graduação e área de conhecimento a que se vincula, entre outras recomendações detalhadas no edital. Serão validadas as candidaturas cujo envio seja feito pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Instituição de Ensino Superior na qual o(a) candidato(a) está matriculado(a).
Os projetos devem ser enviados pela via postal para CAPES/Coordenação de Programas Especiais, Ministério da Educação, Anexo II, sala 204, caixa postal 365, CEP 70359-970, Brasília-DF. Mais informações na Coordenação de Programas Especiais pelo fone (61) 2104-8806 ou pelo e-mail cpe@capes.gov.br

Minicurso Gênero, Sexualidades e Homofobia no Seminário Internacional Fazendo Gênero 8  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Divulgando um minicurso para conhecimento e divulgação às suas redes. As inscrições estão abertas até o dia 05/08/08, nos seguintes sites:
 
 
Seminário Internacional Fazendo Gênero 8
Mini-Curso "Gênero, sexualidades e homofobia"
Ministrantes: Felipe Fernandes (NIGS/DICH-UFSC)
                       Rosa Oliveira (NIGS/DICH-UFSC)
 
Proposta: Os estudos sobre gênero e sexualidades foram marcados ao longo dos anos pela articulação com os movimentos sociais e pela aproximação de diversas disciplinas e inúmeras correntes teóricas das ciências humanas. A amplitude alcançada pela integração de uma visão crítica e humanista a campos do conhecimento como a ciência do direito e a educação, obtida a partir do diálogo com a antropologia, a sociologia e a história informa e influencia a atuação de sujeitos centrais na tomada de decisões judiciais, na formulação de legislação e de políticas públicas voltadas à promoção e ao acesso aos direitos humanos no campo da sexualidade, particularmente de populações que por suas características de grupo são mais vulneráveis à violência, à discriminação, a agravos em sua saúde sexual e reprodutiva. Nesta perspectiva, o mini-curso trabalhará com conteúdos que cruzem conceitos de gênero e identidades de gênero, direitos humanos, sexualidades, homoerotismo, violência e discriminação em virtude de homofobia em contextos importantes como na família e na escola.
 
Programação
 
Data - 25/08/2008
Manhã: Parte I – Gênero e suas controvérsias
8h: Boas-vindas e dinâmica de apresentação
8h30: Dinâmica de grupo
9h30: Debate sobre a dinâmica
10h: intervalo
10h15: Aprofundamento de conceitos centrais sobre os textos de leitura obrigatória.
11h Debate
12h Almoço
 
Tarde: Parte II – Homofobia e suas implicações sociais
14h – Dinâmica de grupo
15h30 – intervalo
15h45 – Homofobia em dois contextos: família e escola – exposição dialogada
sobre os textos de leitura obrigatória
17h – Debate
18h – Encerramento
 
Referências Bibliográficas Obrigatórias
 
Parte I (escolha no mínimo três):
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismos e subversão da identidade. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
(Capítulo 1)
HEILBORN, Maria Luiza e SORJ, Bila. Estudos de Gênero no Brasil. In.: MICELI, Sérgio (Org). O que ler na Ciência Social Brasileira (1970-1995) São Paulo. Editora Sumaré: ANPOCS: Brasília: DF: CAPES, 1999
LOURO, G. L. Os Estudos feministas, os estudos gays e lésbicos e a teoria queer como políticas de conhecimento. In: Elisiane Pasini. (Org.). Educando para a diversidade. Porto Alegre: Nuances, 2007, v. , p. 11-16. (integral)
NICHOLSON, Linda. Interpretando o Gênero. Florianópolis: Revista de Estudos Feministas /CFH- UFSC – Vol. 08, N. 02, 2º semestre 2000, pp. 09-40 Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v8n2/Nicholson, Acesso em 26/maio/2008 (integral)
SCOTT, Joan. Gênero: Uma categoria útil de análise histórica (C. R. Dabat & M. B. Ávila, Trad.). Recife: SOS Corpo, 1996.
_______. O enigma da Igualdade. Florianópolis: Revista de Estudos Feministas/UFSC/CFH/CCE - Vol. 13, n. 01 (janeiro-abril 2005) Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v13n1/Scott. Acesso em 26/maio/2008 (integral)
 
Parte II (escolha no mínimo três):
BORRILO, Daniel. Homofobia. Espanha: Bellaterra, 2001. (Prefácio e Introdução)
FOUCAULT, Michel. Sex, Power and the Politics of Identity; Entrevista com B. Gallagher e A. Wilson, Toronto, junho de 1982; The Advocate, n. 400, 7 de agosto de 1984, pp. 26-30 e 58. Esta entrevista estava destinada à revista canadense Body Politic. (Disponível em: http://www.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/sexpodident.html) Acesso em 21.05.2008.
GROSSI, Miriam Pillar. Identidade de Gênero e Sexualidade; In.: Antropologia em Primeira Mão – Florianópolis, PPGAS/UFSC, n. 24, 1998. (integral)
POCAHY, Fernando; NARDI, Henrique Caetano. Saindo do armário e entrando em cena: juventudes, sexualidades e vulnerabilidade social. Revista Estudos Feministas, Vol. 15, n. 1, Florianópolis, 2007. pp. 45-66. Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v15n1/Pocahy-Nardi, Acesso em 26/maio/2008 (integral)
WELZER-LANG, Daniel. A construção do masculino: dominação das mulheres e homofobia. Revista Estudos Feministas, v.9, n.2, Florianópolis, 2001. Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v9n2/Welzer-Lang. Acesso em 26/maio/2008 (integral)
 
Referências Bibliográficas Complementares:
 
FOUCAULT, Michel, Entrevista a R. de Ceccaty, J. Danet e J. le Bitoux, De l'amitié comme mode de vie. publicada no jornal Gai Pied, nº 25, abril de 1981, pp. 38-39. Tradução de Wanderson Flor do Nascimento. (Disponível em: http://www.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/amitie.html). Acesso em 21.05.2008.
LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo. Corpo e Gênero dos Gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2001.
LOREA, Roberto Arriada. A influência religiosa no enfrentamento jurídico de questões ligadas à cidadania sexual: Análise de um acórdão do Tribunal de Justiça do RS. In.: RIOS, Roger Raupp (Org.) – Em defesa dos Direitos Sexuais - Porto Alegre: Livraria do advogado, 2007.
LOURO, Guacira Lopes. Teoria Queer: Uma política Pós-Identitária para Educação. Rev. Estud. Fem. , Florianópolis, v. 9, n. 2, 2001 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 026X2001000200012&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 26 May 2008.
______. Gênero, sexualidade e educação : Uma perspectiva pósestruturalista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997
MACHADO, Lia Zanotta. Estudos de Gênero: Para além do Jogo entre intelectuais e feministas. In.: SCHPUN, Mônica Raisa (Org.) Gênero sem Fronteiras: oito olhares sobre mulheres e relações de Gênero. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997
RIOS, Roger Raupp. O conceito de homofobia na perspectiva dos direitos humanos e no contexto dos estudos sobre preconceito e discriminação. In.: RIOS, Roger Raupp (Org.) – Em defesa dos Direitos Sexuais – Porto Alegre: Livraria do advogado, 2007.
ROSALDO, Michelle Zimbalist Rosaldo. A mulher, a cultura e a sociedade: Uma Revisão teórica. In.: ROSALDO, M e LAMPHERE, A. A mulher, a cultura e a sociedade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1997, pp. 33-64.

Fazendo Gênero 8: Mini-Curso Gênero, Sexualidades e Homofobia  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

FAVOR DIVULGAR
 
 
Gênero, sexualidades e homofobia
Ministrantes: Felipe Bruno Martins Fernandes (NIGS/DICH), Rosa Maria Rodrigues de Oliveira (NIGS/DICH)

Proposta: Os estudos sobre gênero e sexualidades foram marcados ao longo dos anos pela articulação com os movimentos sociais e pela aproximação de diversas disciplinas e inúmeras correntes teóricas das ciências humanas. A amplitude alcançada pela integração de uma visão crítica e humanista a campos do conhecimento como a ciência do direito e a educação, obtida a partir do diálogo com a antropologia, a sociologia e a história, certamente informa e influencia a atuação de sujeitos centrais na tomada de decisões judiciais, na formulação de legislação e de políticas públicas voltadas à promoção e ao acesso aos direitos humanos no campo da sexualidade, particularmente de populações que por suas características de grupo são mais vulneráveis à violência, à discriminação, a agravos em sua saúde sexual e reprodutiva. Nesta perspectiva, o mini-curso trabalhará com conteúdos que cruzem conceitos de gênero e identidades de gênero, direitos humanos, sexualidades, homoerotismo, violência e discriminação em virtude de homofobia em contextos importantes como na família e na escola.

Módulo: Presencial
Organograma de Execução: 1) Data - 24/08/2008

Parte I – Gênero e suas controvérsias

8h - Boas vindas e dinâmica de apresentação
8h30 – Dinâmica de grupo: O Jogo do Gênero (Fonte: OXFAM)
Material necessário: Folhas ofício, canetas pilot, datashow
10h - intervalo
10h15 - aprofundamento de conceitos centrais (usar datashow) exposição dialogada sobre os textos de leitura obrigatória.
11h Debate
12h Almoço

Parte II – Homofobia e suas implicações sociais

14h – Dinâmica de grupo "Exercício da Exclusão" (Fonte: "O livro das oficinas". LONGO, Paulo H. e SILVA, Elizabeth Felix da (Org.) Rio de Janeiro, 2A Editora, 1997).
Material Necessário: Café e biscoitos, Espaço físico amplo
15h – intervalo
15h30 – Homofobia em dois contextos : família e escola – exposição dialogada sobre os textos de leitura obrigatória
16h – Debate
18h - encerramento

Referências Bibliográficas:
BORRILO, Daniel. Homofobia. Espanha: Bellaterra, 2001. (Prefácio e Introdução)
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismos e subversão da identidade. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. (Capítulo 1)
FOUCAULT, Michel, Sex, Power and the Politics of Identity; Entrevista com B. Gallagher e A. Wilson, Toronto, junho de 1982; The Advocate, n. 400, 7 de agosto de 1984, pp. 26-30 e 58. Esta entrevista estava destinada à revista canadense Body Politic. (Disponível em: http://www.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/sexpodident.html) Acesso em 21.05.2008.
GROSSI, Miriam Pillar. Identidade de Gênero e Sexualidade; In.: Antropologia em Primeira Mão – Florianópolis, PPGAS/UFSC, n. 24, 1998. (integral)
LOURO, G. L. Os Estudos feministas, os estudos gays e lésbicos e a teoria queer como políticas de conhecimento. In: Elisiane Pasini. (Org.). Educando para a diversidade. Porto Alegre: Nuances, 2007, v. , p. 11-16. (integral)
NICHOLSON, Linda. Interpretando o Gênero. Florianópolis: Revista de Estudos Feministas /CFH- UFSC – Vol. 08, N. 02, 2º semestre 2000, pp. 09-40 Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v8n2/Nicholson, Acesso em 26/maio/2008 (integral)
POCAHY, Fernando; NARDI, Henrique Caetano. Saindo do armário e entrando em cena: juventudes, sexualidades e vulnerabilidade social. Revista Estudos Feministas, Vol. 15, n. 1, Florianópolis, 2007. pp. 45-66. Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v15n1/Pocahy-Nardi, Acesso em 26/maio/2008 (integral)
RIOS, Roger Raupp. O conceito de homofobia na perspectiva dos direitos humanos e no contexto dos estudos sobre preconceito e discriminação. In.: RIOS, Roger Raupp (Org.) – Em defesa dos Direitos Sexuais - Porto Alegre: Livraria do advogado, 2007.
SCOTT, Joan. O enigma da Igualdade. Florianópolis: Revista de Estudos Feministas/UFSC/CFH/CCE - Vol. 13, n. 01 (janeiro-abril 2005) Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v13n1/Scott. Acesso em 26/maio/2008 (integral)
WELZER-LANG, Daniel. A construção do masculino: dominação das mulheres e homofobia. Revista Estudos Feministas, v.9, n.2, Florianópolis, 2001. Disponível em http://portalfeminista.org.br/REF/PDF/v9n2/Welzer-Lang. Acesso em 26/maio/2008 (integral)
FOUCAULT, Michel, Entrevista a R. de Ceccaty, J. Danet e J. le Bitoux, De l'amitié comme mode de vie. publicada no jornal Gai Pied, nº 25, abril de 1981, pp. 38-39. Tradução de Wanderson Flor do Nascimento. (Disponível em: http://www.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/amitie.html). Acesso em 21.05.2008.
HEILBORN, Maria Luiza e SORJ, Bila. Estudos de Gênero no Brasil. In.: MICELI, Sérgio (Org). O que ler na Ciência Social Brasileira (1970-1995) São Paulo. Editora Sumaré: ANPOCS: Brasília: DF: CAPES, 1999
LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo. Corpo e Gênero dos Gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2001.
LOREA, Roberto Arriada.  A influência religiosa no enfrentamento jurídico de questões ligadas à cidadania sexual: Análise de um acórdão do Tribunal de Justiça do RS. In.: RIOS, Roger Raupp (Org.) – Em defesa dos Direitos Sexuais - Porto Alegre: Livraria do advogado, 2007
LOURO, GUACIRA LOPES. Teoria Queer: Uma política Pós-Identitária para Educação. Rev. Estud. Fem. ,  Florianópolis,  v. 9,  n. 2, 2001 .  Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2001000200012&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 26  May  2008.
MACHADO, Lia Zanotta. Estudos de Gênero: Para além do Jogo entre intelectuais e feministas. In.: SCHPUN, Mônica Raisa (Org.) Gênero sem Fronteiras: oito olhares sobre mulheres e relações de Gênero. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997
MOORE, Henrietta L. Fantasias de Poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência.  São Paulo, Unicamp: Cadernos Pagu (14) 2000: pp 13-44
ROSALDO, Michelle Zimbalist Rosaldo.  A mulher, a cultura e a sociedade: Uma Revisão teórica. In.: ROSALDO, M e LAMPHERE, A. A mulher, a cultura e a sociedade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1997, pp. 33-64
SCOTT, Joan. Gênero: Uma categoria útil de análise histórica (C. R. Dabat & M. B. Ávila, Trad.). Recife: SOS Corpo, 1996.

Manifesto de Apoio à candidatura de Fernanda Benvenutty  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Segue abaixo Manifesto de Apoio à Candidatura de Fernanda Benvenutty.
 
Quem quiser assinar, favor enviar nome e filiação institucional para felipeglbt13@yahoo.com.br, colocando no campo ASSUNTO a seguinte frase: ASSINATURA DE MANIFESTO DE APOIO A CANDIDATURA DE FERNANDA.
 
O manifesto circulará na internet até o dia 28/07/2008, pois fará parte do lançamento da candidatura no dia 1 de agosto.
 
FAVOR AJUDAR NA DIVULGAÇÃO EM SUAS LISTAS.
 
Para quem tiver disponibilidade de contribuir financeiramente com qualquer valor, segue abaixo o número da conta e o endereço do comitê:
 
Favorecid@: Fernanda Benvenutty
BANCO DO BRASIL
CONTA CORRENTE: 19.397-6
AGÊNCIA: 0011-6
 
COMITÊ
Rua Gabriel Malagrida, número 54, Centro
João Pessoa/PB
CEP: 58013-320
 
_________________________________________________________________________________
 

Carta aberta à população de João Pessoa

 

"Por uma sociedade de mulheres e homens livres e iguais"

 

Com 28 anos de história completos em 2008, o Partido dos Trabalhadores - PT se consagrou como um instrumento político para todos aqueles e aquelas que lutam pelas grandes transformações sociais, no rumo de uma sociedade mais democrática e igualitária, onde seja pleno o respeito aos direitos humanos. Com o governo do Presidente Lula, o PT vem conseguindo provar que a política ainda pode ser o espaço para a realização destas grandes transformações.

Atualmente, o Brasil vive um grande momento, onde o crescimento da economia se faz com distribuição de renda e geração de empregos com carteira assinada. Comprometido com a qualidade de vida do povo, o governo federal tem a marca do investimento em programas sociais. A nossa cidade tem recebido um volume de recursos públicos federais sem precedentes na sua história, investidos em habitação popular, urbanização, saúde, educação, cultura, ampliação do programa bolsa família entre outros programas de transferência de renda, fundamentais para a qualidade de vida de tod@s.

Outra marca fundamental do governo do Presidente Lula é seu compromisso em manter um permanente e bem sucedido diálogo com os movimentos sociais. Destacamos as políticas públicas de combate à homofobia, equidade de gênero, igualdade racial,  juventude, criança e adolescente, assistência social em sintonia com a sociedade civil organizada.

Da mesma forma, o governo do atual prefeito Ricardo Coutinho, do PSB, tem se comprometido com uma melhoria das condições de vida da população de João Pessoa. Em parceria com o governo federal, tem realizado obras e políticas públicas que fazem de João Pessoa uma cidade mais humana e melhor de se viver. Por outro lado, quando observamos a Câmara de Vereadores, são poucos as/os parlamentares que assumem a defesa das demandas dos direitos humanos, particularmente dos movimentos sociais e populares.

Nas eleições de 2008, o PT apresenta uma candidatura em sintonia com as diversas bandeiras, onde reafirma o seu compromisso com amplas reparações e transformações sociais, econômicas e culturais. Esta candidatura é a da companheira FERNANDA BENVENUTTY - 13222.

Fernanda Benvenutty tem uma larga trajetória de militância política junto aos movimentos sociais, saúde, cultura e LGBT. Esta trajetória lhe credencia para exercer um mandato fiscalizador e legislar para garantir melhoria das condições de vida de cidadãos e cidadãs, pelo reconhecimento de direitos, afirmação de identidades, valores éticos e humanitários, enfrentamento ao machismo, racismo, homofobia, contribuindo para uma sociedade inclusiva, fraterna e ecologicamente sustentável.

Sabemos da importância de uma candidatura que tenha origem nas lutas sociais, e que demonstre capacidade de diálogo com as diversas bandeiras dos movimentos sociais e populares. A presença de Fernanda Benvenutty na Câmara de João Pessoa será a garantia de que as especificidades estarão na agenda política e social da nossa cidade.

            Por tudo isso, nos dirigimos à sociedade de João Pessoa para apresentar e pedir o seu voto para Fernanda Benvenutty 13222.

 

A hora de todas as bandeiras!

 

 

NOME                                                             PROFISSÃO

Alexandre Santos - Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo

Alípio de Sousa Filho - professor da UFRN e Editor da revista Bagoas: estudos gays/gêneros e sexualidades.

Edinaldo Henrique da Silva "Alemão" – Filiado ao PT/João Pessoa

Edmilson Esequiel Cantalice - Ator/Militante Cultural

Elias Oliveira - Coordenador Geral no Ministério da Educação

Felipe Bruno Martins Fernandes - Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (Área Estudos de Gênero) / Universidade Federal de Santa Catarina

Hermany Cruz – Pres. do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado da Paraíba

Jeová Campos – Deputado Estadual PT/PB

José Felipe dos Santos – Coordenador Núcleo Coletivo Setorial GLBT-PT/PB

Julian Rodrigues - ativista LGBT/SP - coordenador nacional setorial LGBT do PT

Luciana Batista de Oliveira Cantalice – Profª do Deptº de Serviço Social da UFPB

Luiz Antonio Lianza – Administrador

Luiz Couto – Deputado Federal PT/PB

Lula Ramires - CORSA - Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidadariedade e AmorSão Paulo, SP

Luzimar Tereza da Silva – Filiada ao PT de João Pessoa

Marenilson Batista da Silva – PT Remígio

Paulo Mariante – Advogado - Núcleo Setorial Estadual LGBT do PT SP - Coordenador Adjunto de Direitos Humanos do Identidade - Grupo de Ação Pela Cidadania LGTTB - Executiva do Fórum Paulista GLBTT 

Renato Simões - Sec. Nacional de Mov. Populares e Políticas Setoriais do PT

Ricardo Brindeiro – Diretório Estadual do PT/PB

Rick Ferreira - Núcleo Estadual LGBT/PT - SP - militante do Instituto Édson Néris

Rodrigo Soares – Deputado Estadual PT/PB

Saulo Gimenez F. Ribeiro – Sacerdeto  Religioso

Toni Reis - Presidente Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT

Vinícius Alves - Militante do Setorial LGBT do PT/BA - Militante do Kiu! - Coletivo Universitário pela Diversidade Sexual

Wallene Cavalcante – Professor

Dra. Jurema - advogada do Grupo Humanus de Itabuna – BA

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Embaixada Britânica em Brasília hasteia bandeira do arco-íris (27/06/2008)  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

A Embaixada Britânica de Brasília hasteou hoje, sexta-feira (27/06), a bandeira símbolo do Orgulho LGBTS em apoio ao movimento contra a discriminação de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Estavam presentes no evento o Ministro-Conselheiro da Embaixada do Reino Unido, Martyn Roper, o Assessor Especial da Secretaria de Direitos Humanos, José Guerra, o Coordenador da Associação da Parada do Orgulho LGBTS de Brasília, Milton Santos e representantes da imprensa.

As embaixadas britânicas da Varsóvia (Polônia), e de Riga (Letônia) já haviam realizado eventos semelhantes, mas a iniciativa é inédita no Brasil. "Esse ato simboliza a filosofia dentro da Embaixada Britânica de Brasília onde todos são iguais, sem qualquer tipo de distinção. Respeitando a diversidade, podemos fazer melhor nosso trabalho, num ambiente mais justo", destaca Martyn Roper.

Para o Assessor Especial da Secretaria de Direitos Humanos, José Guerra, é um orgulho participar do evento representando o Governo Federal do Brasil. "Esse ato representa o compromisso do Reino Unido na promoção da diversidade", comenta o assessor. O Coordenador da Associação da Parada do Orgulho LGBTS, Milton Santos concorda. "Para alguns, esse ato pode não significar muito. Mas para as nós dos movimentos organizados, o ato tem um grande significado", afirma.

O histórico britânico na promoção da igualdade dos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros  na última década trouxe avanços significativos nas criação de leis e sua aplicação dentro do Reino Unido. O governo britânico também vem apoiando os esforços nesse sentido em outros países por entender que a promoção dos direitos humanos se estende além de suas fronteiras.

Além do Reino Unido, outros países também buscam integrar a questão de direitos LGBT em sua política externa. Fora da Europa, o Brasil, a Austrália e o Canadá, têm liderado as discussões pela promoção da igualdade no que diz respeito à orientação sexual no âmbito das Nações Unidas. O Brasil também tem assumido a liderança nas discussões sobre discriminação de cunho sexual e direitos humanos dentro do Mercosul.

Notas aos Editores

1. Idealizada em São Francisco (EUA)  em 1978, pelo artista Gilbert Baker, a bandeira é caracterizada pelas cores do arco-íris, que simbolizam a diversidade.

2. Informaçoes adicionais podem ser obtidas com Karine Camargo Neves, Assessora de Imprensa, Tel: 61 3329 2330; Cel: 61 9229 1080.

3. Para fazer download das imagens em alta resolução, clique com o botão direito do mouse sobre a fotografia e escolha a opção "Salvar destino como..."

DIVULGANDO: Obras Raras e Homoerotismo  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Fonte: www.bn.br


Obras Raras e Homoerotismo

Exposição de livros da Divisão de Obras Raras de 07 de julho a 22 de agosto de 2008 das 10 às 16 horas. Exposição de conteúdo adulto



saiba mais...


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Felipe Bruno Martins Fernandes
Discente
Universidade Federal de Santa Catarina
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
E-mail: complex.lipe@gmail.com
Fone (voip): +55 47 3001 52 21
Sítio eletrônico: www.identidadeshomossexuais.blogspot.com
Endereço para correspondência: Caixa Postal 5131 / Florianópolis, SC / 88040-970

IMPORTANT(E):
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Não reenvie ou faça referência a esta mensagem sem a permissão do remetente

Felipe Bruno enviou para você uma Solicitação de amizade hi5  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

hi5 Update

Felipe Bruno deseja ser seu amigo no hi5!


Eu configurei um perfil no hi5 e quero adicionar você como amigo para podermos compartilhar fotos e começar a construir nossa rede. Primeiro você precisa associar-se ao hi5! Depois de associado, poderá criar um perfil, compartilhar fotos e encontrar amigos.

Obrigado,
Felipe


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Congresso da ABEH - divulgando  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

 
IV Congresso ABEH

IV CONGRESSO DA ABEH - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS DA HOMOCULTURA

I ENCONTRO HISPANO-BRASILEIRO DE MILITANTES HOMOSSEXUAIS

DE 09 A 12/09/2008

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

INSCRIÇÕES DE 01/05/2008 A 01/07/2008

RETRATOS DO BRASIL HOMOSSEXUAL – FRONTEIRAS, SUBJETIVIDADES E DESEJOS

 

Este "Retrato" foi feito como um quadro impressionista. (...) Desaparecem quasi por completo as datas. Restam somente os aspectos, as emoções, a representação mental dos acontecimentos, resultantes estes mais da deducção especulativa do que da seqüência concatenada dos factos.

PRADO, Paulo. Retrato do Brasil. Cia. Editora Nacional,
1928, p.183.

 

Em 1928, Paulo Prado publicou Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, obra que marca o início das reflexões contemporâneas sobre a identidade nacional, procurando estabelecer um quadro descritor de uma subjetividade ainda em processo e que se (re)formulava desde a efeméride/divisor de águas do centenário da Independência do Brasil.

Oitenta anos após, os atores sociais que ilustram o "retrato" – que se almeja construir no IV Congresso da ABEH - já são outros, como também as relações sociais, intelectuais e artísticas superam àquelas tematizadas na publicação de Prado e imaginadas na empreitada do Modernismo da Semana de 22. Cabe à contemporaneidade e aos seus pensadores procurarem cifrar os aspectos que a cultura e a identidade brasileiras assumem na atualidade, cumprindo assim o atendimento das demandas sociais, dos questionamentos intelectuais sobre quem é e o que é o Brasil no alvorecer do século XXI.

Nesse sentido, o IV Congresso da ABEH "Retratos do Brasil Homossexual: Fronteiras, Subjetividades e Desejos" lança um novo desafio: como, no Brasil contemporâneo, se articulam os diversos retratos que constituem as experiências homossexuais, homoeróticas e os estudos acerca da homocultura?

Com este evento, os organizadores propõem iniciar as discussões acerca do estabelecimento desse recorte, como também suscitar uma ampla discussão acadêmica e social. Isso propicia um projeto maior, que é pensar a homossexualidade e a homocultura no contexto da sociedade brasileira.

Como em Retrato do Brasil, quer-se a busca não só dos elementos que compõem a brasilidade e o brasileiro, mas, também traçar quais subjetividades e identidades estão em consonância ou em confronto quando se fala das representações homoculturais. Não só um retrato em preto e branco, da tristeza do brasileiro e de sua cultura, como também a imagem colorida – e em cores fortes – das questões homossexuais e de sua urgência cultural, política, artística, social e médica, bem como a sua afirmação no âmbito dos Direitos Humanos. Ainda mais se considerarmos que, via de regra – e o livro seminal de Prado não é exceção –, a experiência homossexual não recebeu um olhar adequado, produzido por um esforço hermenêutico coletivo, ao longo do século XX.

Assim, constitui-se como fato de suma importância a realização desse IV Congresso, com vistas ao desdobramento das discussões acima enfatizadas. Ao ressaltarem-se os "Retratos do Brasil Homossexual", reconduzimos "Fronteiras, Subjetividades e Desejos" em nossa sociedade, para a sua maior diversidade cultural e sexual.

Com isso, propomos este evento, a ocorrer entre os dias 9 e 12 de setembro de 2008, na cidade de São Paulo, cujo objetivo é criar indicadores que permitam o desenvolvimento de pesquisas acerca desse sujeito social no país.

Concomitantemente, propomos a realização de um primeiro encontro entre militantes brasileiros e internacionais sob forma da edição do "Encontro Hispano-Brasileiro de Militantes Homossexuais", que se realizará no dia anterior à inauguração do Congresso. Esse intercâmbio promoverá a internacionalização das questões propostas, ao fazer-se com um país de reconhecida reflexão no campo dos estudos homoculturais: a Espanha.

O IV Congresso da ABEH acontece de 8 a 12 de setembro de 2008 a ser promovido junto ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas  da USP, pelas Áreas de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e Literatura Portuguesa, com o tema "Retratos do Brasil Homossexual: Fronteiras, Subjetividades e Desejos", e seus trabalhos articulam-se em torno de seis eixos:

- Retratos da Arte: cinema, fotografia e outras mídias
- Retratos da Imagem: o corpo como discurso
- Retratos Literários: obras, personagens e sentidos
- Retratos sociais: territórios, espaços e subjetividades
- Retratos e Identidades: sujeitos, encenações, culturas
- Retratos da Militância: atuação, direitos humanos, conquistas

IV CONGRESSO DA ABEH - ASSOCIAÇÃO BRASILERIA DE ESTUDOS DA HOMOCULTURA
Av. Luciano Gualberto, 403 - Sala 33 - Prédio de Letras
Cidade Universitária - Butantã - São Paulo - SP  - 05508-900
Tel: 11 3091-4843
abeh2008@uol.com.br - abeh2008@gmail.com
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Felipe Bruno Martins Fernandes
Discente
Universidade Federal de Santa Catarina
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
E-mail: complex.lipe@gmail.com
Fone (voip): +55 47 3001 52 21
Sítio eletrônico: www.identidadeshomossexuais.blogspot.com
Endereço para correspondência: Caixa Postal 5131 / Florianópolis, SC / 88040-970

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Ensino Religioso, Gênero e Sexualidade em Santa Catarina  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Fonte: http://www.nigs.ufsc.br/ensinoreligioso

» Ensino Religioso, Gênero e Sexualidade em Santa Catarina
Esse é o tema de um seminário que será realizado nos dias 15 e 16 de agosto, no Instituto Estadual de Educação, em Florianópolis. Informações www.nigs.ufsc.br/ensinoreligioso

Seminário: "Ensino Religioso, Gênero e Sexualidade em Santa Catarina"

Debate: Diversidade Sexual e Políticas Públicas  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

O Núcleo Interdisciplinar de Saúde Sexual e Reprodutiva/IFF/FIOCRUZ e a Disciplina Saúde Integral da Mulher/PGSCM/IFF/FIOCRUZ convidam:

 

SESSÃO NOBRE

 

Diversidade Sexual e Políticas Públicas:

Avanços e Desafios colocados pela I Conferência Nacional de Políticas Públicas para Gays,
Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais

 

Eixos Temáticos:

Ø  "Construindo Conhecimentos e Propostas de Políticas de Saúde para a População LGBT"", com Ana Paula Lopes de Melo - Psicóloga Sanitarista Mestranda em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social/UERJ.

 

Ø  "Avanços e Desafios da I Conferência Nacional de Políticas para a População LGBT, com Claudio Nascimento Silva - Superintendente de Direitos Difusos e Coletivos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos.

 

DIA 26 DE JUNHO DE 2008 ÀS 11:00H

Anfiteatro A – Centro de Estudos Olinto de Oliveira

Instituto Fernandes Figueira / Fiocruz

Av. Rui Barbosa, 716. Flamengo. Rio de Janeiro