CARTOGRAFIAS BIOPOLÍTICAS  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

DIA 09 DE NOVEMBRO, 19 HORAS - AUDITÓRIO DO CFH

CONFERÊNCIA DE PETER PÁL PELBART

DO PROGRAMA DE P.G. EM PSICOLOGIA CLÍNICA DA PUC/SP

TEMA: CARTOGRAFIAS BIOPOLÍTICAS

Promoção: Programa de PG em Filosofia

O conferencista, PETER PÁL PELBART, é  um dos mais conhecidos estudiosos do
tema da biopolitica (representado por autores como Foucault, Agamben,
Deleuze, Esposito),  de formação filosófica, e que atua na Pós-Graduação em
Psicologia Clínica na Puc/SP, e que é conhecido por suas experiências
teatrais. É autor de livros como Vida capital. Ensaios de biopolítica
(Iluminuras, 2003), O tempo nao reconciciliado (Ed. Perspectiva), e A
vertigem por um fio (Iluminuras).

Ele vira à UFSC como membro da banca de defesa de dissertação de filosofia
de Leon Farhi Neto, que estudou Biopolítica em Foucault. Se alguém se
interessar: defesa da dissertação será também na sexta, dia 09, 15.30 horas,
Auditório do CFH

15 anos da Revista Estudos Feministas - CONVITE  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

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Brasil defende direitos GLBT na ONU  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Desde 2003, quando o Brasil apresentou formalmente uma Resolução no Conselho de Direitos Humanos da ONU tratando de Direitos Humanos e Orientação Sexual, foi constituída uma coalizão internacional de grupos LGBTs e de Direitos Humanos em torno desse tema para apoiar essa iniciativa.
Apesar de o Brasil ter retirado a Resolução em 2005 por pressão em sua agenda econômica e insuficiência de apoio dos países votantes, muitas ações continuaram sendo feitas buscando criar musculatura na região e envolvendo outros paises na América Latina.
Simultaneamente ações mais globais iam se desenvolvendo num trabalho de rede e os Princípios de Yogyakarta foi uma delas. Os Princípios são um importante recurso sobre como aplicar a legislação internacional de direitos humanos às questões relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero http://www.yogyakartaprinciples.org/
Dia 07 de novembro, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o governo brasileiro juntamente com os governos argentino e uruguaio, além das ONGs ARC-International; Center for Women’s Global Leadership; Global Rights; Human Rights Watch; International Commission of Jurists; International Gay and Lesbian Human Rights Commission; ILGA - International Lesbian and Gay Association e International Service for Human Rights lançarão os Princípios numa importante ação coordenada da sociedade civil com esses governos do sul global.
A ABGLT - Associação Brasileira de Gays Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais a partir do Projeto Direitos GLBTs no MERCOSUL coordenado por Alexandre Boer (SOMOS/Porto Alegre) e Beto de Jesus (IEN/São Paulo) juntamente com a ILGA – International Lesbian and Gay Assotiacion foram articuladoras para que o governo brasileiro apoiasse essa iniciativa, além de articular a SEDH – Secretaria Especial de Direitos Humanos a impressão dos Princípios de Yogyakarta para difusão nacional. Em parceria com Sonia Correa da ABIA e do Sexuality Policy Watch, que foi co-presidente dos trabalhos na Indonésia, os Princípios foram lançados no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Porto Alegre e São Paulo também com participação do ONGs locais.
Segundo Beto de Jesus, “essa iniciativa de apoio do governo brasileiro é fruto da discussão sobre os Princípios de Yogyakarta iniciada na reunião da IX RAADDHH – Reunião das Altas Autoridades em Direitos Humanos do MERCOSUL e Países Associados realizada em Montevidéu em agosto passado onde os mesmo foram ratificados pelos países presentes e do trabalho consolidado da ABGLT nas várias esferas do governo brasileiro”.
Boris Dittrich, Diretor de advocay da HRW visitou o Brasil no final de agosto p.p. e teve sua agenda organizada com o governo Brasileiro para consolidar esse lançamento com a ajuda da ABGLT e da ILGA.
Segundo Toni Reis, presidente da AGBLT, “estamos vivendo um momento muito importante, pois a ABGLT além da luta no campo doméstico, volta-se também para a arena internacional, assumindo um importante papel no bloco dos países do sul”.
Beto de Jesus encontra-se em Nova York essa semana para o lançamento dos Princípios de Yogyakarta e para articular com a Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas as estratégias para a próxima reunião do Conselho de ONGs da ONU. A ABGLT solicitou o status do ECOSOC, que garantirá a mesma falar em seu próprio nome quando participar de atividades na ONU.
contatos:
Beto de Jesus (11) 8452-3335 betojesus@uol.com.br
Toni Reis (41) 9602-8906 presidencia@abglt.org.br

festa dos 15 anos da REF - Revista Estudos Feministas, nos dias 8 e 9 de novembro  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

 
Colóquio 15 anos da REF  - Programação
 
8 de novembro – Auditório do CFH/UFSC
 
9h00 – Mesa de Abertura
 Sônia Malheiros Miguel (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres); Lúcio Botelho (Reitor da UFSC); Anselmo Fábio de Moraes (Reitor da UDESC); Antônio Diomário de Queiroz (FAPESC); Maria Juracy Filgueiras Toneli (Diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas/UFSC); Viviane Heberle (Diretora do Centro de Comunicação e Expressão/UFSC);  Representante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDIM); Mirtes Piovezan (Instituto Catarinense de Estudos Sociais Políticos e Econômicos de Santa Catarina - ICESPE); Neusa Dias (Associação Casa da Mulher Catarina); Cristina Scheibe Wolff e Sônia Weidner Maluf (Revista Estudos Feministas); Mara de Souza Lago (Instituto de Estudos de Gênero)
10h00 -  Mesa-Redonda 1: A Revista Estudos Feministas no quadro atual das publicações sobre Gênero - Coordenadora: Claudia de Lima Costa
Albertina de Oliveira Costa (Fundação Carlos Chagas); Cláudia de Lima Costa; Sônia Weidner Maluf e Cristina Scheibe Wolff
14h00 – Mesa-Redonda 2: Os estudos feministas e de gênero e os movimentos sociais na Revista Estudos Feministas - Coordenadora: Miriam Pillar Grossi
Joana Maria Pedro; Miriam Pillar Grossi ; Simone Pereira Schmidt; Susana Bornéo Funck
16h30 – Mesa-Redonda 3: Os estudos feministas e de gênero e a elaboração de Políticas Públicas: contribuições da Revista Estudos Feministas - Coordenadora: Luzinete Simões Minella
Bila Sorj (UFRJ); Sônia Malheiros Miguel (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres); Leila Linhares Barsted (CEPIA); Luzinete Simões Minella
 
9 de novembro  - Mini-Auditório do CFH
9h00 às 16h00 – Reunião do Conselho Editorial Nacional da Revista Estudos Feministas com as Editoras locais para elaboração das políticas da Revista para os próximos 2 anos.

DIÁLOGOS EM PESQUISA: Violência e Gênero  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

DIÁLOGOS EM PESQUISA: Violência e Gênero

 

 

 

Palestrante Internacional:

 

Leonor María Cantera Espinosa

 

Departamento de Psicologia Social

Universidade  Autonoma de Barcelona – UAB

Publicou varios livros sobre o tema, entre eles:   

Cantera, L.M. Te pego porque te quiero. La violencia en la pareja. Universitat Autònoma de Barcelona, Bellaterra (Cerdanyola del Vallès) , 1999.

Traduzido e publicado em português como:

Violência no casal. Um enfoque além do gênero, pela Editora: Bom Quixote.

 LANÇAMENTO DESTE LIVRO NO LOCAL!!!

 

Debadetora:

 

Dra. Carmen L. O. O. Moré (Programa de Pós- Graduação em Psicologia)

 

 

Na seqüência da palestra haverá apresentação de Grupos de Pesquisas dos Programas de Pós-Graduação da UFSC, que trabalham com os temas Gênero e Violência, do Departamento de Serviço Social, Antropologia e Psicologia, sob a coordenação da Prof. Dr.a Mara Lago, representando o IEG- Instituto de Estudos de Gênero.

 

 

DATA: 06/11/2007

LOCAL: Auditório da FAPEU

HORA: 18 30 hs

Vídeos do BIEV na seleção oficial da 12ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Os vídeos etnográficos do Banco de Imagens e Efeitos Visuais estarão sendo exibidos na 12ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico, entre os dias 08 e 13 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro. A mostra é coordenada pelos diretores da  Interior Produções , a antropóloga Patrícia Monte-Mór e o documentarista José Inácio Parente e todas as sessões tem entrada gratuita.
 
Dia 10 de novembro, ás 16 h
no Cinema Espaço Museu da República
 
Iluminando a Face Escura da Lua - Entrevista com Roberto Cardoso de Oliveira
60 min
Direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert
 
Narradores Urbanos - Gilberto Velho / Rio de Janeiro
18 min
Direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert
 
Narradores Urbanos - Ruben Oliven / Porto Alegre
24 min
Direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert
 
 
Dia 11 de novembro, ás 16h30
no Caixa Cultural RJ (sede da mostra)
 
Do Concreto ao pó
31 min
Direção: Anelise Gutterres
 

En Montevideo, Uruguay se realizó una convención internacional en la que se busca respetar los derechos de los homosexuales.  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Periódico La Prensa Libre. Costa Rica. Edición del 9 de octubre de 2007

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• Encuentro internacional

Buscan respeto sobre orientación sexual

Angie López Arias 
alopez@prensalibre.co.cr 
Foto: Mariano Rodríguez/Archivo

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Aunque sea una situación difícil, la actitud idónea es que los padres apoyen a sus hijos.
 

El "salir del clóset" es un proceso doloroso para muchos pues deben enfrentar las críticas y las humillaciones de algunas personas a su alrededor, por ello en Montevideo, Uruguay, se realizó una convención internacional en la que se busca el apoyo y la compresión principalmente de las familias.

La Tercera Convención Internacional por la Diversidad que se realizó del 27 al 30 de setiembre en ese país, organizada por padres y madres de gays, lesbianas, bisexuales y transgénero de más de 14 países con los objetivos de educar a la población, defender los derechos de estas personas y brindar ayuda a sus hijos e hijas.

El psicólogo Erick Quesada, quien representó al Centro de Investigación y Promoción para América Central de Derechos Humanos, (Cipac), comentó que las personas homosexuales atraviesan situaciones dolorosas por lo que la convención busca crear en las naciones participantes, que se conformen grupos de apoyo para ellos.

"Transmiten información sobre la realidad de las personas que son discriminadas y violentadas. Parte de lo que realiza la asociación internacional de familias por la diversidad sexual es informar sobre la educación sexual, orientar a los padres que atraviesan una situación como esta y defender los derechos de sus hijos", afirmó Quesada.

Lucha

La convención, que ya se ha realizado en México y Argentina, busca crear conciencia sobre la necesidad de seguir en la lucha de la defensa de los derechos de los homosexuales así como impactar a nivel político para que este sea un tema de incidencia política.

Además tienen el proyecto de crear grupos de apoyo de padres, familiares y amigos en las naciones donde no existe este tipo de agrupación y fortalecer los que ya se han establecido en otros países.

"En el encuentro se habló de lo que se hace en los diferentes países y quedó clara la necesidad de seguir trabajando en esa línea. En Costa Rica no estamos retrasados en ese tema porque las organizaciones han dado su lucha en defensa de los derechos de los homosexuales, aunque aún queda mucho trabajo por hacer", dijo el psicólogo.

Para el especialista, lo que más hace falta en nuestro país, es que los padres y madres muestren mayor soporte a sus hijos pues debido a muchos mitos de la sociedad se les desprecia, incluso dejan de "existir" para sus familias, e impide continuar con el plano de defensa de sus derechos.

Ayuda

Para los padres de familia, enfrentar la noticia de que un hijo o hija es homosexual es siempre impactante; muchos reaccionan de diversas formas y la mayoría no sabe cómo responder ante la realidad, algunos los expulsan de la casa, otros no despiertan del shock y una minoría les ayuda.

Por eso, es importante que se cuente con grupos de apoyo que puedan ayudarle a esos padres de acuerdo a la experiencia que han vivido y así, logren alguna orientación sobre como actuar al respecto ante esa difícil situación.

Según Quesada, la educación es importante porque a nivel social la población está llena de mitos y por ello es necesario reeducar en el tema de la sexualidad para que en las familias en las que ocurre una situación similar, puedan afrontarlo.

"Cuando los hijos salen del clóset, muchos padres mantienen el secreto, otros reaccionan con ira, sienten culpa porque piensan que algo hicieron mal y se cuestionan en qué fallaron, otros padres reaccionan con indiferencia y miedo", dijo el psicólogo.

Difícil

Muchos padres atraviesan por difíciles situaciones al enterarse de la noticia, por eso si consideran que es impactante lo primero que deben hacer es buscar orientación y ayuda de otros o mejor aún, de profesionales.

Según explicó el psicólogo, la homosexualidad es algo que no se elige y desde 1973 la Organización Mundial de la Salud (OMS), la eliminó como una patología por lo que no se puede decir que algo lo puede provocar.

"Tienen las mismas capacidades y habilidades que otra persona, es una cuestión más de moral que en lugar de una comprensión racional. Las personas homosexuales no deciden serlo", afirmó el especialista.

Quesada recomendó que cuando una persona es homosexual, debe "salir del clóset" porque es una cuestión de salud integral, la doble vida es aún más dolorosa y negar lo que se es, es negarse a sí mismo.

"Es un proceso que se debe dar de forma planificada, puede haber gente que lo rechace pero deben fortalecerse lo suficiente para atravesar el proceso. Todavía falta mucho tiempo para erradicar ideas distorsionadas y dañinas", agregó.