Especialização GEERGE: Educação, Sexualidades e Relações de Gênero  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

O GEERGE (Grupo de Estudos em Educação e Relações de Gênero),
vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, pretende
realizar um curso de especialização sobre ?Educação, sexualidades e
relações de gênero?, no próximo ano (2008). Para tanto, estamos
entrando em contato com você, com sua instituição, na direção de fazer
um levantamento inicial de interessados em participar desse curso. Ele
estará voltado para professores e professoras de todos os níveis de
ensino, bem como a profissionais da área da saúde, profissionais
liberais e de recursos humanos, gestores públicos e de empresas
privadas, ativistas sociais, entre outros. Por se constituir em uma
temática transversal aos currículos escolares e não-escolares, e
endereçado como está a esse variado público de profissionais, o curso
buscará abordar diferentes temáticas contemporâneas na forma de
disciplinas que terão a educação, o gênero e as sexualidades como
eixos principais.
Organize-se para participar!
Se você está interessado, entre em contato através do e-mail
geerge@ufrgs.br  e acompanhe a divulgação através da página do GEERGE
( http://www.geerge.com).

Abertas as Inscrições para Doutorado Interdisciplinar (UFSC/Florianópolis): Estudos de Gênero, Meio Ambiente e Condição Humana na Modernidade  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes



O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC (PPGICH), tem por objetivo principal desenvolver atividades de ensino e pesquisa de caráter interdisciplinar. O Programa é reconhecido pela CAPES, com o conceito 5 (avaliação trienal 2004/2006), reúne em seu corpo docente permanente professores/as-pesquisadores/as de Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Geografia, História, Nutrição, Saúde Coletiva, Psicologia e Sociologia. Os temas de pesquisa dos/as candidatos/as a este doutorado devem ser de abrangência interdisciplinar nas áreas da competência e linhas de pesquisa dos/as professores/as do seu corpo docente permanente, em uma das 3 (três) áreas de concentração do Curso: Condição Humana na Modernidade (CHM), Estudos de Gênero (EGE) e Sociedade e Meio Ambiente (SMA). O contato prévio com os/as professores/as do Programa não garante vaga, porém é necessário para que o/a professor/a possa assinar a declaração de interesse de orientação. Para maiores informações sobre a estrutura do Curso, recomenda-se a leitura do Regimento Geral disponível no sítio do Programa.

As inscrições deverão ser feitas de 16 de novembro até 14 de dezembro de 2007, na Secretaria do PPGICH
(2°andar - CFH), das 14 às 18 horas, ou por correio com a data de postagem por Sedex ou AR até o dia 14
de dezembro.
Formulários de Inscrição: Ficha de Inscrição; Carta de Recomendação
CLIQUE NOS LINKS ABAIXO PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO SELETIVO:
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO
1ª) Condição Humana na Modernidade (CHM)
Ementa: Área dedicada ao estudo dos diversos aspectos da condição humana contemporânea, dando relevo tanto a questões teóricas como a questões específicas sobre a ação e organização social, grupal e individual no mundo hodierno. Busca-se esclarecer e compreender os fenômenos complexos subjacentes aos grandes dilemas da Humanidade nos tempos modernos, enfocando tanto a globalização e suas influências sobre a técnica e o trabalho, quanto as representações grupais e individuais resultantes das mudanças socioculturais em curso.
2ª) Estudos de Gênero (EGE)
Ementa: Estudos interdisciplinares dos discursos, histórica, social e culturalmente constituídos, sobre as diferenças sexuais – estudos de gênero. Desenvolve temáticas como política, sexualidade, saúde, direitos reprodutivos, trabalho, família gerações, violência doméstica, comunicação, homossexualidade, identidade, subjetividade. Integra os núcleos de estudos de gênero dos diferentes departamentos e cursos do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, no exercício da interdisciplinaridade, com objetivo de incentivar pesquisas e constituir-se em canal de difusão dos trabalhos desenvolvidos na área.
3ª) Área Sociedade e Meio Ambiente (SMA)
Ementa: Estudo interdisciplinar da problemática sócio-ambiental em sentido amplo dentro do debate sobre a globalização dos riscos e dos desafios sobre a sua governabilidade, com destaque para temas teóricos e aplicados relacionando qualidade de vida com avaliação de impactos ambientais, planejamento ambiental, desenvolvimento sustentável, papel das ciências na análise dos problemas ambientais e tecnológicos e aspectos éticos destas questões.
PARA CONHECER MAIS SOBRE O PROGRAMA:

3o Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero no Youtube!  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

O concurso de redações para estudantes do ensino médio para estimular a reflexão nas áreas de gênero, mulheres, feminismo está no sítio do youtube abaixo, com as informações sobre como concorrer ao 3o Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, que nessa edição premiará também as/os professoras/es e as escolas.
Pedimos mais uma vez a colaboração de vocês para sua ampla divulgação entre as/os estudantes da sua escola .
Aproveitamos para informar que as inscrições para o 3o Prêmio foram adiadas até dia 21 de dezembro.

http://www.youtube.com/watch?v=LKNlhZr5RsA

25 de Novembro - Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

http://www.patriciagalvao.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=90%20 

 Um dia para lembrar, protestar e mobilizar contra a violência à mulher.

Definido no I Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em 1981, em Bogotá, Colômbia, o 25 de Novembro é o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher. A data foi escolhida para lembrar as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.

Em 25 de novembro de 1991, foi iniciada a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher,que propôs os 16 Dias de Ativismo contra a Violência contra as Mulheres, que começam no 25 de novembro e encerram-se no dia 10 de dezembro, aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 1948. Este período também contempla outras duas datas significativas: o 1o de Dezembro, Dia Mundial da Luta contra a AIDS e o dia 6 de Dezembro, Dia do Massacre de Montreal (leia mais sobre o 6 de Dezembro)

Em março de 1999, o 25 de novembro foi reconhecido pelas Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.

 

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VEJA Edição 2036 28 de novembro de 2007

André Petry - Mas tudo bem - "É a tolerância com a barbárie das prisõesque levou a menina de 15 anos a passar 24 dias no inferno numa cadeia do Pará"

Em todo país civilizado, a notícia causou escândalo: uma jovem saudita de 18 anos foi estuprada por sete homens há mais de um ano – e, agora, saiu a sentença do caso. A jovem, moradora da cidade de Qatif, interior da Arábia Saudita, foi condenada a seis meses de prisão e 200 chibatadas. Sim, a vítima foi condenada à cadeia e à surra. Considerou-se que, ao ir encontrar-se com um homem que não era seu parente num local público, violando o código de conduta da teocracia islâmica, a jovem facilitou o estupro. É a barbárie, da qual nos orgulhamos de estar tão distantes. Será?

No dia 21 de outubro, conforme o Brasil tomou conhecimento na semana passada, uma jovem de 15 anos foi presa em flagrante sob suspeita de furtar um celular em Abaetetuba, nas franjas de Belém. Foi enviada para o xadrez da cidade. Passou 24 dias numa cela com outros trinta presos, todos homens e adultos. Ela contou ter sido sistematicamente abusada sexualmente em troca de comida. O que os policiais disseram? Num primeiro momento, alegaram que a menina tinha 20 anos, como se isso fosse o ponto nevrálgico da questão. Depois, o próprio pai da garota contou ter sido ameaçado pelos policiais para forjar uma certidão de nascimento mostrando que ela era mais velha.

 Qual o caso mais bárbaro? O da Arábia Saudita dos monarcas muçulmanos ou o do Pará de nossa saltitante governadora Ana Júlia Carepa? Há um dado que precisa ser levado em conta: na Arábia Saudita, as coisas transcorreram de modo absurdo, mas um absurdo em conformidade com o absurdo aparato legal. No Pará, tudo acontece como se fosse, e talvez seja mesmo, uma terra sem lei. A Justiça paraense sabia que a menina de 15 anos estava detida numa cela com homens. A juíza, ciente do caso, ouviu a menina e chegou a devolvê-la para o inferno. Um escândalo, mas não uma novidade. Em poucos dias, a imprensa descobriu outros casos de mulheres presas em celas do interior do Pará na companhia de homens. Em todos os casos, deu-se o óbvio: estupros seguidos.

 O caso repulsivo do Pará, além do evidente desrespeito à mulher e, no caso, à adolescente, repisa a indiferença com que o país recebe as denúncias das condições desumanas das prisões. Há uma certa cultura subintelectual segundo a qual os presos devem ser tratados da forma mais brutal possível porque, como criminosos, sobretudo quando homicidas, não devem ter direito a tratamento humano. É a velha gritaria daqueles que acham que direitos humanos é proteção de bandido. Na base dessa estupidez sobrevive a idéia medieval de que conceitos morais são relativos – ora devem ser observados, ora devem ser ignorados.

Religião, Normatização e Judiciarização  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

O Departamento de Antropologia e o PPGAS convidam para o próximo

Diálogos Transversais em Antropologia

 

Religião, Normatização e Judiciarização

 

Debate com a participação de:

Prof. Dr. Alberto Groisman (NUR)

Prof.ª Drª Maria Amélia Dickie (NUR)

Prof. Dr. Theophilos Rifiotis (LEVIS)

 

Data: 26 de novembro de 2007, 18:30 hs

Local:  Sala 111 CFH

Laço Branco na UFSC  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

CAMPANHA 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA - 2007 

25 DE NOVEMBRO – DIA INTERNACIONAL PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 

II° EVENTO INTER-NÚCLEOS DA UFSC

- NIGS - Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades, NUSSERGE – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Serviço Social e Relações de Gênero , LEVIS – Laboratório de Estudos sobre Violências e MARGENS – Núcleo de Estudos sobre Modos de Vida, Família e Relações de Gênero

 

 

MESA REDONDA

VIOLÊNCIA DE GÊNERO - UM DEBATE CONTEMPORÂNEO  
 

DATA: 27 DE NOVEMBRO DE 2007 -  3ª FEIRA

LOCAL: AUDITÓRIO DO CENTRO SÓCIO ECONÔMICO

HORÁRIO: DAS 18,30 ÀS 22,00 HORAS

 

 

18,30 horas – Lançamento dos cartazes e folders sobre a Campanha "Basta de Violência no Campus da UFSC" – Prof.a Dr.a Teresa Kleba Lisboa – IEG / NUSSERGE  

19,00 horas – A intervenção policial na violência contra a mulher e a Lei 11.340 - Lei Maria da Penha - Psicóloga Msc. Victória Regina dos Santos - LEVIS 

19,30 horas - Aborto – uma questão de saúde pública e cidadania – Prof.a Clair Castilhos – IEG / CCS  

20,00 horas – Homens trabalhando pela eqüidade de gênero – Arthur Grimm Cabral - Laço Branco - MARGENS

 

Debatedora: Prof.a Dr.a Teresa Kleba Lisboa (NUSSERGE)

Coordenação da mesa: Rozeli Porto – (doutoranda PPGAS/NIGS/UFSC) 
 

Coordenação Geral:

Teresa Kleba (NUSSERGE/UFSC)

Rozeli Maria Porto (NIGS/PPGAS/UFSC)

Arthur Grimm Cabral (MARGENS/UFSC)

Victória Regina dos Santos (LEVIS/UFSC) 

Orgulho Hetero  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Oi, Felipe!
Acompanho seu blog, e acho que vai te interessar essa situação:

em Portugal, uma cervejaria lançou uma campanha ridícula do orgulho
hetero. Um grupo de ativistas anti-homofobia lançou um contra-ataque,
"apoiando" a tal campanha ao mostrar as facetas preconceituosas do
orgulho hetero. As imagens estão neste link:
http://panterasrosa.blogspot.com/2007/11/panteras-rosa-apoiam-cerveja-tagus.html

Acho interessante divulgar esse contra-ataque, até como forma
preventiva, pois não tenho dúvidas que daqui a pouco essa idéia de
orgulho hetero vai ser utilizada por aqui também :(

[]'s
 
CS

CRITICAS MINIMALISTAS: lançamento do livro de Héctor Ricardo Leis & Selvino Jose Assmann  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Na quinta-feira, dia 6 de dezembro, a partir das 19:30 horas, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi de Florianópolis, a Editora Insular convida para o lançamento do livro CRITICAS MINIMALISTAS de Héctor Ricardo Leis & Selvino Jose Assmann



Numa época saturada de ideologias e informações, e em meio ao espetáculo de imagens e sons, de muita rapidez, insegurança e liquidez, os autores das CRÍTICAS MINIMALISTAS entendem que a tarefa intelectual deve associar-se a uma atividade capaz de depurar e filtrar os acontecimentos. Afinal, o que está acontecendo? Mais do que acrescentar novas interpretações e sentidos a fatos por demais sobrecarregados, os autores querem ser eloqüentes na sua simplicidade, imitando o trabalho do jardineiro, que cautelosa e corajosamente varre as folhas caídas da árvore, folhas que muitos confundiram com o conhecimento absoluto quando estavam verdes. A rigor, o minimalismo, ao qual a obra faz alusão, é muito mais o horizonte e o efeito de um pensar ascético que o corolário de um sistema filosófico-político particular ou de um suposto e claro sentido da história. Os 24 capítulos que compõem este livro, como breves ensaios, abordam diversos problemas emergentes focalizados nos eixos do Brasil, do Mundo e da Condição Humana. Seus temas circulam livremente da cultura do cinismo ao terror, da corrupção política à crise do pensamento, da democracia e do populismo à crise de autoridade, da guerra à crise da ética, da esquerda à direita, do mal à amizade, da religião à natureza humana, até compor um quadro geral onde as diversas peças poderão encaixar-se como num quebra-cabeça estruturado a partir do estranhamento geral que elas produzem.



Héctor Ricardo Leis, natural de Avellaneda (Província de Buenos Aires, Argentina) e brasileiro naturalizado, tem doutorado e mestrado em filosofia pela PUC-Rio e mestrado em ciência política pela Universidade de Notre Dame (EUA). Foi professor de diversas universidades estrangeiras e nacionais, sendo professor de ciência política da UFSC (Florianópolis – SC) desde 1992. Nesta universidade faz parte do corpo docente permanente do programa de pós-graduação em Sociologia Política e do programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas. Publicou artigos em revistas e capítulos, assim como vários livros, sobre os temas de relações internacionais, sociedade e meio ambiente, e a condição humana na modernidade.



Selvino José Assmann, natural de Venâncio Aires (RS), tem mestrado e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Lateranense, e mestrado em Teologia pela P. U. Gregoriana, ambas de Roma (Itália). É professor de Filosofia da UFSC (Florianópolis – SC) desde 1976. Além de ser docente do curso de graduação em Filosofia, e de ter trabalhado em cursos de pós-graduação de Educação, de Direito, de Administração e de Enfermagem, atualmente faz parte do corpo docente permanente do programa de pós-graduação em Filosofia e do programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas. Interessando-se sobretudo por temas de ética, de política e de antropologia filosófica, orientou muitas dissertações e teses, e publicou artigos em revistas e capítulos de livros.

6 de dezembro | Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo fim da Violência Contra as Mulheres  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Em junho de 2007, foi promulgada a Lei 11.489, que institui o dia 6 de dezembro como dia nacional de mobilização dos homens pelo fim da violência contra as mulheres. A elaboração da lei foi articulada pela Rede de Homens pela Eqüidade de Gênero/RHEG e a sua promulgação é uma grande vitória para o fortalecimento do reconhecimento público e político do tema. A data integra a Campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres.

Histórico da data
Canadá, dia 6 de dezembro de 1989: um homem de 25 anos, armado com um rifle semi-automático e uma faca de caça entra na Escola Politécnica de Montreal, executa 14 estudantes do sexo feminino e fere 14 (10 mulheres). Gritando frases como “Eu só quero as mulheres!” e “Eu odeio as feministas”, em menos de 20 minutos ele seleciona suas vítimas e depois se mata. Em uma carta deixada por ele, chama as feministas de oportunistas e as culpa por terem arruinado a sua vida. O “Massacre de Montreal”, como ficou conhecido, tornou-se um marco mundial do debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e sobre as violências geradas por estas desigualdades.
A reação. Em 1991, depois de muitas mobilizações organizadas por movimentos de mulheres e feministas, um grupo de homens canadenses decidiu se envolver de maneira mais direta pelo fim da violência contra as mulheres. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência. Lançaram, assim, a primeira Campanha do Laço Branco (White Ribbon Campaign).
No mundo. Hoje, a Campanha está presente em mais de 55 países e é apontada pela ONU como a maior iniciativa mundial voltada para o envolvimento dos homens com a temática da violência contra a mulher.
No Brasil. A Campanha Brasileira do Laço Branco teve início em 2001 e hoje é coordenada pela Rede de Homens pela Eqüidade de Gênero/RHEG. A campanha objetiva sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher, em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outros movimentos organizados por eqüidade e direitos humanos, através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos. Ao se envolver com a campanha, assumimos o compromisso de:
§ Reconhecer que o nosso silêncio é cúmplice da violência e não se calar quando presenciar um ato de violência;
§ Aprender sobre o problema, compreendendo que violência contra a mulher não é sinal de força e que não há justificavas para a violência;
§ Entender que violência é uma coisa que se aprende, portanto, podemos aprender a resolver nossos conflitos de formas não violentas.
Desde o seu lançamento, a campanha tem envolvido figuras públicas, como os atores Bruno Garcia, Wagner Moura, Lázaro Ramos e Lucio Mauro Filho, para divulgar a sua mensagem para um maior público. Visite o nosso site para mais informações!
CAMPANHA BRASILEIRA DO LAÇO BRANCO www.lacobranco.org.br
PROGRAMAÇÃO 2007

CAMPANHA BRASILEIRA DO LAÇO BRANCO
HOMENS PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

1) Ato público da Campanha do Laço Branco
Data: 06 de dezembro de 2007
Horário: 10 horas
Local: Centro de Florianópolis (entre o Mercado Público e a Alfândega)
Organização: IEG - Instituto de Estudos de Gênero (UFSC) e RHEG - Rede de Homens pela Eqüidade de Gênero.
Contatos: Daniel Lima (9986-7000) e Prof ª. Juracy Tonely (9972-4581)
Parcerias: Fórum Estadual Lei Maria da Penha de Santa Catarina, Fetiesc, Eletrosul, Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual de Florianópolis.
Objetivos: divulgar a Campanha do Laço Branco e a Lei 11.489, que institui o dia 6 de dezembro como o “Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, assim como a Lei Maria da Penha.
Proposta
- Distribuição de laços brancos para transeuntes do sexo masculino;
- Distribuição de panfletos sobre as Leis e a Campanha do Laço Branco.

2) Palestra e lançamento do manual "Educação para a Ação - homens pelo fim da violência contra a mulher"
Data: 06 de dezembro de 2007
Horário: 19 horas
Local: Mini-Auditório CFH/UFSC
Organização: IEG - Instituto de Estudos de Gênero (UFSC) e RHEG - Rede de Homens pela Eqüidade de Gênero.
Contatos: Prof ª. Juracy Tonely (9972-4581) e Daniel Lima (9986-7000)
Parcerias: Fórum Estadual Lei Maria da Penha de Santa Catarina, Fetiesc, Eletrosul, Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual de Florianópolis.
Objetivos: lançar e distribuir o manual para instituições educativas e que trabalham como tema da violência. O manual foi elaborado como parte do projeto de intercâmbio entre a Campanha brasileira e a Campanha canadense do Laço Branco, coordenado pela White Ribbon Campaign Canadá, Instituto Promundo e Instituto Papai, com financiamento da Agência de Desenvolvimento Internacional Canadense/CIDA. O manual é direcionado para grupos de adolescentes e jovens e para escolas e pretende: fornecer informações sobre relações de gênero e violência contra a mulher; apresentar exemplos detalhados de oficinas que podem ser executadas com grupos de homens jovens (ou de ambos os sexos); ajudar adolescentes, principalmente os do sexo masculino, a refletir sobre como a socialização dos meninos e rapazes muitas vezes promove violência e apresentar formas alternativas de convivência que incluem colaboração, solidariedade, diálogo e respeito.

Estas atividades fazem parte das ações da Campanha dos 16 dias de ativismo pelo
fim da violência contra as mulheres. Para conhecer todas as atividades da Grande
Florianópolis, entrar em contato com o Fórum Estadual Lei Maria da Penha no
e-mail
forummariadapenhasc@yahoo.com.br.



Lesbofobia em Campo Grande  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Vejam matéria sobre lesbofobia em Campo Grande.
 
Link : http://www.youtube.com/watch?v=gA0W7qdhJds

Vamos em frente contra a lesbofobia.