Conferência Prof. Anthony Seeger  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

dia 13/04, sexta feira, as 18 horas, no     Auditório do CFH

       Conferência aberta:  "Etnomusicologia e Industria Musical: De Alan Lomax
ao GlobalSound da Smithsonian Institution e YouTube
"


       Resumo da conferência:

"Even though many ethnomusicologists have considered their work to be outside the music industry, ethnographic recordings they produce have been shaped by the dictates of technology and marketing in the same ways as popular music. This paper investigates the legal, echnological, and marketing considerations that shaped the ethnographic recordings of the 1950s—especially those of  Alan Lomax and Moses Asch--and how recordings continue to be shaped today on the
Internet".

Programação Oficial do 1º Seminário Nacional de Segurança Pública e Combate à Homofobia  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


 
 

 

10 a 13 de abril de 2007

 

 

Centro de Convenções do Rio Othon Palace

Copacabana

 

Rio de Janeiro

 

Programação Oficial

 

Terça-feira, 10.04.2007

 

Horário

Local

Agenda

09h00 às

19h30min

Foyer

(1º andar)

Credenciamento

 

09h00min às 12h00min

Samambaia

(3º andar)

Reunião Preparatória de técnicos e representantes da área de segurança pública.

 

12h00min às 14h00min

Samambaia

(3º andar)

Almoço

 

Reunião Preparatória de ativistas

 

15h00min às 17h30min

Itaipu B

(1º andar)

Abertura Oficial

·          Pocket Show com a cantora Leila Maria

·          Autoridades (Governos Federal, Estadual e Municipal e representantes do Movimento GLBT)

17h30min às

18h00min

Foyer

(1º andar)

Intervalo para Café

18h00min às 19h30min

Itaipu B

(1º andar)

·          Diferença e Diversidade

Escritora e sexóloga Regina Navarro Lins

19h00min às

20h00min

Foyer

(1º andar)

     Lançamentos de Livro:

·          Boa Noite Cinderela, Maria Teresa Moreira, Editora Zit Encerramento.

·          Legalidade Libertária, Luiz Eduardo Soares, Editora Lúmen-Juris.

·          Legislação e Jurisprudência LGBTTT, Organizadora Kelly Kotlinski, Coturno de Vênus, Editora Letras Livres.

·          E ninguém tinha nada com isso, Marcelo Garcia, Editora Scriptus.

·          O Movimento Negro e o Estado: 1983-1987, Ivair Augusto dos Santos, Editora Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

·          Família e Religião, Organizadores Luiz Fernando Dias Duarte, Maria Luiza Heilborn, Myriam Lins de Barros e Clarice Peixoto, Editora Contra-Capa

20h30min às

22h00min

Pátio Tropical

(3º andar)

Jantar de Boas Vindas


11.04.2007 – Quarta-feira

 

08h30min às 10h45min

Itaipu B

(1º andar)

Painel I – Discriminações e Violências contra GLBT: Panorama atual

 

§            Luiz Mott, Antropólogo, Professor Titular da UFBa e Fundador do Grupo Gay da Bahia;

§            Sílvia Ramos, Cientista Social e Coordenadora do CESeC da UCaM/RJ;

§            Marcio Caetano, Mestre em Educação e Vice-presidente do Grupo Arco-Iris/RJ

§            Roldão Arruda, Escritor e Jornalista do Jornal Estado de São Paulo/SP

 

Coordenação: Toni Reis, presidente da ABGLT/PR

Relatoria: Beth Fernandes, presidente da ASTRAL/GO

10h45min às 11h00min

 

Intervalo

11h00min às 12h45min

Itaipu B

(1º andar)

Painel II – Políticas de Segurança Pública no enfrentamento da Homofobia

 

§            Perli Cipriano, Subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da SEDH

§            Ricardo Balestreri, Diretor do Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Pessoal
em Segurança Pública da SENASP

§            Fernanda Benvenuti, Presidente da ASTRAPA e Vice-presidente da ANTRA/PB

§            Cláudio Nascimento, Secretário Geral da ABGLT e Coordenador do Observatório do Programa Brasil Sem Homofobia/RJ, Coordenador de  Direitos Humanos e Políticas Públicas do Grupo Arco-Iris/RJ

 

Coordenação: Yone Lindgren, Coordenadora Geral da ABL e Vice-presidente da ABGLT e Coordenadora do Movimento DELLAS/RJ

Relatora: Bárbara Graner, coordenadora do Coletivo Nacional de Transexuais/SP

 

12h45min às 14h00min

Samambaia

(3º andar)

Almoço

14h00min às 16h30min

Itaipu B

(1º andar)

Painel III – Segurança Pública, Legislação e Justiça.

 

§            Cida Diogo, Deputada Federal (PT/RJ) e Coordenadora da Frente Parlamentar Mista Pela Cidadania GLBT

§            Sérgio Suiama, Procurador da República em São Paulo

§            Sérgio Carrara, Antropólogo e Coordenador do CLAM-IMS/UERJ

§            Roger Raupp Rios, Juiz Federal e Dr. em Direito.

§            Marisa Fernandes, Membro do Conselho Estadual de Direitos Humanos e Coordenadora do Coletivo de Feministas Lésbicas.

§            Beto de Jesus, secretário da ILGA para a América Latina e Caribe

 

Coordenação: Marcelo Nascimento, Secretário de Direitos da ABGLT e Coordenador do Grupo Gay de Alagoas

Relatoria: Marjorie Machi, presidente da ASTRA/RJ

 

16h30min às 17h00min

Foyer

(1º andar)

Intervalo para Café

 

 

 

Mesas: Diálogos Governamentais e Comunitários

 

 17h00min às

19h00min

 

 

Pontal

(2º andar)

 

 

 

 

 

 

 

 

Guaratiba

(2º andar)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Itaipu B

(1º andar)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Samambaia

(3º andar)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São Conrado

(2º andar)

 

 

Mesa I – Formação Policial: Culturas das Instituições e Diversidade Sexual

·          Sérgio Roberto Abreu, Tenente Coronel da PM/RS

·          Lydiane Maria Azevedo, Gabinete Chefe de Polícia Civil/MG

·          Marta Rocha, Delegada e professora da ACADEPOL /RJ

·          Lourival Resendo, capitão do 2ª Cia do 7º BPM – Metropolitana/SP

·          Cláudio Duane Martins, Capitão e Coordenador de Ensino de Graduação da PM/MG

 

Coordenação: Weidman Lopes, presidente da ATRAM

Relatoria: Edvaldo Souza, Presidente do Grupo Satyricon/PE

 

Mesa II - Prevenção à Violência contra GLBT: Experiências policiais e comunitárias

·          Carlos Eduardo Millan Guimarães, Tenente. Coronel Comandante do PM da 23º BPM.

·          Valkiria La Roche, Diretora do CR Estadual GLBTT de Minas Gerais

·          Cristina Villanova, Coordenadora Geral de Ações de Prevenção SENASP

·          Toni Reis, presidente da ABGLT e membro do Grupo Dignidade/RS

 

Coordenação: Lili Andersen, Vice-presidente da ABGLT/ES

Relatoria: Raimunda Denise, Diretora do Grupo Tucuxi/RO

 

Mesa III – Atendimento, investigação e registro da violência homofóbica: Diferentes Modelos

 

·          Francisco Orlaneudo de Lima, Coordenador do Centro de Referência Janaína Dutra- GRAB-CE

·          Juliana Balbino de Nadai, Advogada e Coordenadora do CAVVID – da Prefeitura de Vitória - ES

·          Yone Lindgren, Coordenadora do CERCONVIDH e Disque Defesa Homossexual-RJ

·          Del. Iracy Mangueira Marques, da Delegacia Especializada de Atendimento a Grupos Vulneráveis – SE

·          Welton Trindade, Presidente do Grupo Estruturação/DF

 

Coordenação de Mesa: Carlos Magno, Secretário da Região Sudeste da ABGLT e coordenador do CELLOS/MG

Relatoria: Tathiane Araújo, Secretária Geral da ANTRA e Presidente da ASTRA/SE

 

Mesa IV – Violências específicas e políticas diferenciadas de prevenção e segurança

·          Maria Teresa Moreira, Escritora e Relações públicas (Livro sobre o Boa Noite, Cinderela)

·          Neuza das Dores, Diretora do CEDOICOM e Empreendedora Social Ashoka

·          Karen Bruck, Sociedade Civil e Direitos Humanos do PN DST-Aids/MS

·          Silvia Ramos, Mestre e Coordenadora do CESeC da UCaM/RJ

·          Valquiria Lucas, Delegada da Corregedoria Interna de Polícia Civil/RJ

 

Coordenação: Alexandre Bôer, Secretário da Região Sudeste da ABGLT/RS

Relatoria: Bizan Velô, Secretário da Região Nordeste da ABGLT/SE

 

Mesa V – Monitoramento, avaliação e Controle Social das Políticas de Segurança para GLBT

 

·          Marcelo Durante, Coordenador Geral de Pesquisa e Análise da Informação da SENASP

·          Marcelo Cerqueira, Jornalista e presidente do Grupo Gay da Bahia

·          Cláudio Nascimento, Secretário Geral da ABGLT e Coordenador do Observatório do Programa Brasil Sem Homofobia/RJ, Coordenador de  Direitos Humanos e Políticas Públicas do Grupo Arco-Iris/RJ

·          Sérgio Carrara, Antropólogo e Coordenador do CLAM-IMS/UERJ

·          Sandra Carvalho, Diretora da ONG Justiça Global

 

Coordenação: Sebastião Diniz, Secretário da Região Norte da ABGLT e Coordenador do Grupo DiveRRsidade/RR

Relatoria: Dani Lima, Presidente do Grupo Lésbico de Goiás/GO.

19h30min às 21h00min

 

Jantar

21h às 23h

Itaipu B

(1º andar)

Apresentação de Curta - Metragens Mix Brasil

 

Quinta-feira, 12.04.2007

 

08h30min às 10h45min

Itaipu B

(1º andar)

Painel IV - Políticas de Segurança Pública para o enfrentamento da homofobia: perspectivas

§            Luiz Eduardo Soares, Antropólogo, Cientista Político, Professor da UERJ e UCAM/RJ

§            Ricardo Balestreri, Diretor do Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Pessoal
em Segurança Pública da SENASP

§            Cláudio Nascimento, Secretário Geral da ABGLT e Coordenador do Observatório do Programa Brasil Sem Homofobia/RJ, Coordenador de De Direitos Humanos e Políticas Públicas do Grupo Arco-Iris/RJ

§            Lúcia Xavier, Coordenadora do Grupo Criola e da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras

§   

...

Grupo Arco-Íris divulga nota de protesto contra as declarações do Ministro Carlos Lupi  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

em reportagem do jornal O Globo, Ministro afirma: "Ninguém encontrou nada que agredisse minha honra. Também não sou corno e, além disso, não tenho paixão por pessoa do mesmo sexo!"

 

A comunidade GLBT e a sociedade acordaram na manhã de quinta-feira (29 de março) e se depararam com uma declaração preconceituosa do Ministro do Trabalho e presidente do PDT Carlos Lupi ao Jornal O Globo. Ao dizer que o governo investigou sua vida e sua honra, Carlos Lupi fala de forma jocosa que não tem preferência por homens do mesmo sexo e coloca a questão da sexualidade como um dos fatores decisivos para afirmar sua honra e ser escolhido para o Ministério.

 

Além de sugerir que o governo federal avalia, no momento da escolha para um cargo político, a sexualidade de um indivíduo, Carlos Lupi promove um desserviço à promoção da cidadania no país. A comunidade GLBT acredita que um homem público deve ter responsabilidade com a sociedade e compromisso na desefa dos Direitos Humanos. "É lamentável abrir o jornal pela manhã e se deparar com uma notícia dessa natureza, proferida por alguém que deveria primar pelo bom senso e, na condição de Ministro, envidar todos os esforços para que em nosso país prevalecesse o Estado Laico  e o respeito à diversidade" afirma Cláudio Nascimento, Coordenador Político da ONG carioca Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual.

 

Para Cláudio Nascimento, Carlos Lupi, como Ministro do Trabalho, serve de exemplo não somente para o governo, como também para as empresas. Esse tipo de postura, que trata a homossexualidade como desonra, reforça o preconceito e contribui para justificar a discriminação no mercado de trabalho. "É exatamente para combater esse mal que estamos organizando nos próximos dias, nos dias 10 e 13 de abril, o I Seminário Nacional de Segurança Pública e Combate a Homofobia - evento que reunirá pela primeira vez na história do país, representes governamentais, das academias de polícia e de ativistas homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais para discutir conjuntamente a criação e manutenção de políticas públicas de combate à homofobia".

 

Segundo uma pesquisa do Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual em parceria com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Cândido Mendes, mais de 60% da população GLBT já sofreu algum tipo de discriminação. O preconceito no mercado de trabalho contra GLBT existe e a sexualidade de uma pessoa não pode ser fator determinante de exclusão num processo seletivo, e competência e honra não podem estar atreladas à sexualidade de um indivíduo.

 

O Governo Federal deu um importante passo, quando reconheceu a necessidade de implantar políticas públicas para conter o preconceito e violência contra os homossexuais, lançando em 2004 o Programa Brasil Sem Homofobia - programa que prevê diversas ações na área de trabalho, educação e cultura para promover a diversidade sexual. "Esperamos que, como Ministro do Trabalho, Carlos Lupi tenha conhecimento dessas ações que o programa prevê e que trabalhe para colocá-las em prática", diz Cláudio Nascimento.

 

A população GLBT exige, então, uma retratação do Ministro do Trabalho .

Convite para conferência  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

IEG- INSTITUTO DE ESTUDOS DE GÊNERO

III SEMANA DE HISTÓRIA

 

"Conversa sobre a trajetória do feminismo no período da ditadura no Brasil"

Maria L ygia Quartim de Moraes

Professora de Sociologia da UNICAMP

 

Dia 29/03 - 9:15h

SALA 331/CFH

Minha nova turma de doutorado na aula da Profa. Carmen Rial  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


Lançamento de Livro  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes


EDITORA MULHERES
 
LANÇAMENTO
 
_________________
 

Alinne Bonetti & Soraya Fleischer (orgs). Entre saias justas e jogos de cintura. 2007. R$ 55,00.

 
____________________
 
 
 
"Costuma-se dizer que não há uma "receita de bolo" para realizar uma boa etnografia. Mas acreditamos que compartilhar as vivências de antropólogas em campo – e sobretudo colocar-se no lugar do outro, imaginando-se naquela situação – muito pode ser útil a outros colegas em circunstâncias semelhantes. Para além de um inventário de possíveis problemas e soluções, os textos aqui reunidos ensinam-nos que fazer etnografia é, sobretudo, formular perguntas. Nesse livro, problematizamos mais especificamente como os atributos de gênero e geração influenciaram as saias justas e os jogos de cintura encontrados em campo, justamente pelo fato de serem mulheres em processo de formação acadêmica." (texto da quarta capa)
 
_______________________
 
 
 
AUTORAS
Alinne Bonetti l Soraya Fleischer l Carmen Susana Tornquist  l Mônica Dias l Larissa Pelúcio l Nádia Elisa Meinerz l Paula Sandrine Machado lFernanda Noronha l Andréa de Souza Lobo l Kelly Cristiane da Silva l Daniela Cordovil l
Diana Milstein l Patrícia de Araújo Brandão Couto l Isabel Santana de Rose l Claudia Fonseca

 
PEDIDOS
Editora Mulheres
Fone/Fax: (048) 3233-2164
e-mail: editoramulheres@floripa.com.br
 

Ministra Nilcea participa amanha de discussao sobre a feminizacao da aids promovido pelo DFID  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Ministra Nilceá participa de encontro para discutir a feminização do HIV/AIDS que será transmitido pela internet
Iniciativa do DFID reunirá especialistaspara discutir o tema.

Tarça-feira, dia 27 de março, a partir das 9h, o DFID transmite encontro para discutir a feminização das Doenças sexualmente transmissíveis pela internet através do endereço: <http://www.aids.gov.br/mediacenter/ >

As políticas para o combate à epidemia do HIV/AIDS no Brasil se desenvolveram consideravelmente durante os anos 90 e são internacionalmente reconhecidas, principalmente por seu foco na garantia de direitos, na prevenção, no tratamento e na cooperação internacional. Estas políticas têm auxiliado na estabilização da epidemia no Brasil, mas dados da UNAIDS indicam que os índices de infecção ainda são altos e estão ocorrendo através de transmissão heterossexual. Mulheres, jovens e pessoas vivendo em situação de pobreza são mais vulneráveis à infecção. Qual a razão?

O Brasil não está sozinho no enfrentamento desta nova fase da epidemia. Na América Latina de uma forma geral, o progresso em direção ao Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) relacionado à AIDS tem sido lento, sendo múltiplos os desafios enfrentados pelos programas nacionais da região para a geração de resultados. Tais desafios incluem o aumento da eficiência de recursos financeiros investidos, a prestação de assistência técnica em tempo hábil, o fortalecimento dos sistemas de saúde pública, a redução do estigma e discriminação e o aumento da abrangência da proteção social para pessoas vivendo com HIV/AIDS. Estamos fazendo o suficiente para assegurar que o lento progresso do ODM de igualdade de gênero não esteja sendo um obstáculo para um melhor progresso do ODM relacionado à AIDS?

De acordo com o Programa Nacional de DST/AIDS, a proporção de infecções entre homens e mulheres no Brasil é de 1,4 homens para cada nova mulher infectada. Em alguns grupos, no entanto, o número de mulheres vivendo com o vírus é maior do que entre os homens, principalmente entre pessoas jovens. O Programa Nacional se debruça agora sobre esta questão e lança uma nova política para lidar com a crescente transmissão heterossexual e, em particular, com o desafio de alcançar as mulheres no Brasil. Existe uma parceria surpreendente entre o Programa Nacional de DST/AIDS e a Secretaria de Política para as Mulheres impulsionando esta política. Conseguirá esta iniciativa fazer a diferença e que princípios ela aplicará para combater a feminização da epidemia da AIDS no Brasil? Pode sua implantação indicar o caminho para a América Latina?

Terceiro diálogo sobre gênero e desigualdade

Este Diálogo sobre Gênero e Desigualdade é o terceiro de uma série de diálogos promovidos pelo DFID no Brasil. Os diálogos objetivam incentivar o debate entre vários atores sociais e políticos, além de reunirem especialistas e instituições para refletir sobre a relação entre as questões de gênero e as várias faces da desigualdade. O primeiro Diálogo, realizado em Outubro de 2006, explorou o relacionamento entre gênero e desigualdade no contexto do desenvolvimento sócio-econômico. O segundo Diálogo ocorreu em novembro 2006 e explorou as desigualdades de gênero em relação à participação política e cidadania das mulheres. Este terceiro Diálogo busca facilitar o debate sobre gênero e políticas de direitos no contexto do HIV/AIDS, apresentando o contexto no se dá o lançamento d a estratégia brasileira para o enfrentamento da feminização da epidemia do HIV/AIDS (Plano Nacional de Enfrentamento da Feminização da Epidemia do HIV/AIDS). Este plano requer uma forte cooperação entre diferentes instituições do governo brasileiro e, portanto, consiste em uma importante iniciativa para enfrentar a feminização da epidemia do HIV/AIDS.

Programação
9h - Boas vinda do DFID Brasil;
9h15 - Quais são os principais desafios do Brasil para conter a feminização da epidemia?
· Plano Nacional para o Enfrentamento da Feminização da Epidemia do HIV/AIDS Ministra Nilcéa Freire - Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM)
· Ações estratégicas dentro do Plano Nacional para o Enfrentamento da Feminização da Epidemia do HIV/AIDS, Mariângela B. Galvão Simão - Diretora do Programa Nacional de DST/AIDS
10h - Os programas nacionais de AIDS estão fazendo o suficiente com relação à feminização da epidemia da AIDS na América Latina? Que medidas podem fazer a diferença, no Brasil?
· Telva Barros - UNAIDS/Panamá
10h30 - Debatedora:
América Latina - Mabel Bianco, Fundación para Estudio e Investigación de la Mujer, . Coordinadora Grupo Internacional de Mujer y SIDA , miembro del Grupo de Referencia en Derechos Humanos de ONUSIDA.
Brasil - Maria José Araújo - Área Técnica da Saúde da Mulher - Ministério da Saúde
11h - Pausa para o café
11h15 - Respostas selecionadas da comunidade internacional
· Representante UNFPA - Alanna Armitage
· Representante UNICEF - Marie Pierre Poirier
12h - Discussão
13h - Almoço
14h30 - Mesa renda: Ações conjuntas entre diferentes atores sociais para o fortalecimento do combate contra a feminização da epidemia e aspectos sócio-culturais: classe, raça, gênero, religião, educação e estereótipos.
· Jurema Werneck - Criola,
· Cristina Castelo Branco - Eduacadora
· Regina Lasmar - Movimento de Cidadãs Positivas/Bahia
· Gabriela Leite - Rede Brasileira de Prostitutas
· Yury Puello Orozco - Rede Católicas pelo Direito de Decidir
· Kátia Guimarães - Programa Nacional de DST/AIDS
· Kátia Edmundo - CEDAPS/Rio de Janeiro
· Maria Ines Barbosa - UNFEM
16h30 - Pausa para o café
16h45 - Debates

Criminalizacao da Homofobia: Ajude a aprovar essa lei!  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Criminalização da Homofobia no Brasil
 
O projeto de lei que tornaria a discriminação contra Homossexuais crime inafiançável no Brasil está sofrendo forte pressão dos grupos religiosos. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas ainda precisa ser votado no Senado e sancionado pelo presidente Lula.
 
Por sorte, o projeto já conta com o apoio e a simpatia de muitos senadores e o presidente Lula já se comprometeu a sancionar assim que ele for aprovado no Senado. A votação no Senado será daqui a alguns dias e os senadores estão debatendo o assunto atualmente. Os grupos religiosos estão fazendo de tudo para que o projeto seja rejeitado e nós continuemos a ser agredidos, ofendidos e desrespeitados no Brasil.
 
Por isso, é extremamente urgente que você manifeste sua opinião agora mesmo junto aos Senadores para reiterar a importância da criminalização da Homofobia no Brasil. É super simples e toma apenas 30 segundos.
 
Clique no link abaixo:
 
 
Coloque seu nome e e-mail no fim da página e clique em Enviar.
 
Pronto!!! Só isso. Sua contribuição foi valiosa e muito útil nesse esforço conjunto nacional pela criminalização da homofobia no Brasil. Juntos e com a participação de todos, conseguiremos aprovar essa lei.
 
Espalhe essa mensagem para todos os seus amigos.

Instituto de Estudos de Genero: 5 noticias resumidas  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

1) Maria Lygia Quartim de Moraes – Professora de Sociologia da USP irá apresentar, no dia 29 de março, próxima quinta feira, às 10:10 da manhã, na sala 331 do CFH/UFSC, uma   "Conversa sobre a trajetória do feminismo no período da ditadura no Brasil" – Promoção do IEG – Instituto de Estudos de Gênero  e da III Semana de História.
 
2)O projeto de lei de autoria da senadora Ideli Salvatti (PT/SC )  prevê a distribuição gratuita, pelo SUS, da vacina que combate o câncer do colo do útero. A vacina está disponível só em clínicas particulares, a um preço inacessível para a maioria das mulheres. Quem quiser conhecer o conteúdo do projeto que deu entrada no senado no  ultimo dia 05/03/07, e participar do abaixo assinado podem acessar o site www.ideli.com.br no link VACINA.
----------------------------
3)Lana Lage (Coordenadora de Pesquisa do ISP e Representante da Secretaria de Estado de Segurança na Comissão de Segurança da Mulher) comunica que o Dossiê Mulher 2 já está na página do ISP ( www.isp.rj.gov.br ), agregando, além dos crimes de estupro, atentado violento ao pudor e lesão corporal dolosa, analisados no número 1, os crimes de homicídio e ameaça. Chamam a atenção também para o mapa das DEAM, com suas respectivas circunscrições, elaborado pelo ISP a partir das portarias de criação.
Estão, assim, colaborando na luta pela visibilidade da violência cometida contra as mulheres no Estado do Rio de Janeiro, apresentando dados que podem servir para subsidiar políticas públicas voltadas para a segurança da mulher.
 -----------------------------------------------
4)Foi prorrogado o prazo – para 31 de março -  para envio de resumos para Espaços de Diálogo no VI ENCONTRO DE HISTÓRIA ORAL DO NORDESTE - Culturas, Memórias e Nordestes – em Ilhéus – Bahia. Entre 02 e 05 de Maio de 2007
Estamos, então convidando vocês a enviar resumos para apresentação de trabalhos no ESPAÇOS DE DIÁLOGO – . AS RELAÇÕES DE GÊNERO E AS TRANSFORMAÇÃO DA FAMÍLIA NA HISTÓRIA RECENTE. Coord. Joana Maria Pedro (UFSC) ( joana_pedro@yahoo.com.br) e Lida Possas (UNESP); Se você quiser saber mais sobre o evento de Ilhéus, veja o site ttp://encontrohoral.sites.uol.com.br/
 
5) Entre 21 25 de maio ocorrerá o Primeiro Seminário Internacional "Política e Feminismo.

17 de Maio: Dia Contra a Homofobia (Em Rio Grande/RS, Dia Municipal Contra a Homofobia  

Postado por Felipe Bruno Martins Fernandes

Mais informações: http://www.homophobie.org/